Lamine Yamal foi o grande destaque de uma análise feita por Michel Bastos no programa Convocação CNN. O ex-jogador brasileiro não poupou elogios ao jovem atacante espanhol, afirmando que o talento do atleta é algo “surreal” para a pouca idade que tem.
Yamal supera Messi na mesma faixa etária, segundo Michel Bastos
Ao comentar sobre as seleções favoritas, Michel Bastos foi categórico ao exaltar o nível de Yamal. “Acho que o Yamal é algo surreal. Com certeza, muita gente hoje, independente de ser contra o Cabo Verde, para pra ver esse menino jogar. Para mim, é um jogador acima da média com a pouca idade que tem”, afirmou.
O ex-atleta foi ainda mais longe ao compará-lo com Lionel Messi: “Há muito tempo a gente não via isso. Acho que nem o Messi jogou tanto nessa idade”. Para encontrar um paralelo histórico, Michel Bastos citou Ronaldo Fenômeno como outro jogador que se destacou ainda jovem.
França, Espanha e Portugal no top 3 dos favoritos
Michel Bastos também traçou um panorama das seleções com mais chances de conquistar o título. Em seu top 3, o ex-jogador colocou a França em primeiro lugar, destacando a regularidade da equipe nas últimas Copas do Mundo e a capacidade de agregar jogadores de alta qualidade.
A Espanha aparece em segundo, impulsionada justamente pelo desempenho de Yamal, enquanto Portugal fecha o trio. “Tem que respeitar a equipe da França, mas a Espanha está ali”, disse.
Elogios a Cucurella e crítica ao futebol brasileiro
Além de Yamal, Michel Bastos também destacou o papel de Cucurella na seleção espanhola, descrevendo-o como um jogador que “mantém o nível” de forma consistente tanto no clube quanto na seleção. “É muito importante você ter um jogador desse nível que consegue manter o desempenho tanto no seu clube como na seleção”, avaliou.
O ex-atleta aproveitou o tema para fazer uma crítica ao futebol brasileiro, apontando que jogadores da seleção caipira frequentemente não conseguem reproduzir na seleção o mesmo nível que apresentam em grandes clubes europeus. “No Brasil, a gente não consegue ver isso. Parece que a camisa pesa”, concluiu Michel Bastos.
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