No programa do Noblat, a bancada repercutiu a ofensiva do Ministério Público Eleitoral contra a proliferação de candidaturas “fakes” usando o sobrenome Bolsonaro.
Em São Paulo, pelo menos 17 pessoas sem qualquer registro civil ou parentesco tentaram se registrar nas urnas com o nome do ex-presidente para tentar ludibriar o eleitorado conservador. O programa detalhou quem de fato tem direito legal de carregar o sobrenome nesta disputa.
Como destacou Ricardo Noblat, a onda de caronas fake expõe como o sobrenome virou uma mercadoria de apelo eleitoral, enquanto a própria família principal coleciona contradições. O programa revelou o escândalo da falsa pós-graduação em Ciências Políticas que constou por anos nos perfis oficiais de Flávio Bolsonaro no Senado e na Assembleia do Rio — atribuída pela assessoria a “erros da Wikipédia” — e criticou o desespero do candidato ao planejar uma motociata até Juiz de Fora para tentar explorar eleitoralmente a facada sofrida pelo pai em 2018.

