A Justiça de São Paulo determinou a demolição do prédio de 13 andares anexo ao Clube Bahamas, construído pelo empresário Oscar Maroni no bairro Moema, zona sul da capital. A medida deverá ser cumprida pelo espólio do empresário, que morreu em dezembro de 2025.
Em nota, a Procuradoria Geral do Município (PGM) confirmou a decisão e informou que o pedido de demolição está em fase de cumprimento. “Houve o falecimento do réu e na última manifestação do Município foi pedida e deferida a intimação do espólio para cumprir a demolição, sob pena de multa diária de R$ 2000.”
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Nesta semana, a família de Maroni comunicou o fechamento da boate Bahamas Hotel Club, que funcionava há mais de 30 anos e que já recebeu figuras influentes da mídia. Um dos filhos do empresário, Aratã Maroni, afirmou ao Metrópoles que o espaço segue em funcionamento e irá operar como sede para eventos.
Boate Bahamas: “Disney do prazer”
Inaugurado em 1990, o Bahamas Club se consolidou como uma das mais luxuosas casas de entretenimento adulto do país, funcionando como um mix de boate e hotel tendo como público alvo empresários e turistas de alto padrão.






Inaugurado na década de 1990, o Bahamas Club se consolidou como um dos mais luxuosos centros de entretenimento adulto do país
Reprodução/Redes SociaisA boate se apresentou como um lugar refinado para casais liberais, com erotismo e discrição
Reprodução/Redes SociaisO idealizador e proprietário do Bahamas Club, Oscar Maroni, morreu em 31 de dezembro de 2025
Reprodução/Redes SociaisA casa noturna funcionava havia aproximadamente 30 anos e ganhou notoriedade por protagonizar escândalos de prostituição
Reprodução/Redes SociaisA casa noturna chegou a ser fechada por Kassab, em 2007
Reprodução/Redes SociaisO local se apresentava como um lugar refinado para casais liberais: suítes privativas à disposição, palco e pole dance para shows sensuais.
Como a exploração da atividade sexual é considerada crime no Brasil, o local contava com um sistema diferenciado para driblar a lei: os clientes e profissionais do sexo pagavam a entrada e combinavam o serviço entre si, sem nenhuma intermediação.

