A Polícia Federal (PF) deflagrou, na manhã desta quinta-feira (16/7), a Operação Contragolpe para desarticular uma organização criminosa suspeita de fraudar benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Segundo as investigações, o esquema teria causado um prejuízo de aproximadamente R$ 2 milhões aos cofres públicos.
Na ação, policiais federais cumprem um mandado de busca e apreensão em uma residência localizada em Teresópolis, na Região Serrana do Rio de Janeiro. A operação conta com o apoio da Coordenação-Geral de Inteligência da Previdência Social (CGINP), do Ministério da Previdência Social.
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De acordo com a PF, as investigações começaram após a identificação de acessos e alterações irregulares em bancos de dados do INSS.
As apurações indicam que o grupo criminoso realizava a reativação indevida de benefícios previdenciários que já haviam sido encerrados. Com isso, os investigados conseguiam liberar pagamentos retroativos referentes ao período entre a suspensão e a reativação dos benefícios, provocando prejuízo estimado em cerca de R$ 2 milhões.
A Polícia Federal informou que o objetivo da operação é reunir novas provas para esclarecer a atuação da organização criminosa e identificar todos os envolvidos no esquema.
Os investigados poderão responder, conforme a participação de cada um, pelos crimes de estelionato previdenciário, inserção de dados falsos em sistema de informação e organização criminosa.

