No feriado da Revolução Constitucionalista, metrô e trens terão operação especial na capital paulista. Este ano, a data cai na próxima quinta-feira (9/7).
No dia do feriado, o metrô terá escala equivalente à praticada aos domingos. Na sexta-feira (10/7), a programação será a habitual para dias úteis.
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A Linha 4-Amarela funcionará com intervalos de cerca de 6 minutos, durante toda a quinta-feira. Já na sexta, a operação segue a demanda de emenda de feriado.
Na 5-Lilás, também haverá intervalos a cada 6 minutos na quinta, e de 3 minutos e 26 segundos na sexta-feira.
A recém-inaugurada Linha 17-Ouro, do Monotrilho, por sua vez, funcionará durante a quinta e sexta-feira (9 e 10/7) conforme o horário programado, das 9h às 16h.
Na CPTM, na quinta-feira, a circulação de trens terá programação igual a de um domingo. Na sexta, os trens terão circulação normal de dia útil.
A Linha 7-Rubi seguirá, no dia 9, a mesma programação adotada aos domingos. Na sexta, a operação volta a funcionar normalmente.
A 8-Diamante terá intervalos de 5 minutos nos horários de pico e de 8 minutos nos demais horários. Por fim, a 9-Esmeralda funcionará com intervalos de 10 minutos, na quinta-feira, e com intervalos de até 5 minutos em horário de pico e 7 minutos nos demais horários, na sexta-feira.
Rodízio de veículos estará suspenso no feriado prolongado
O rodízio de carros estará suspenso na próxima quinta-feira (9/7) e sexta-feira (10/7) em razão do feriado prolongado da Revolução Constitucionalista, informou a Prefeitura de São Paulo. Com isso, automóveis com placas final 7, 8, 9 e 0 poderão circular normalmente pelas ruas da capital durante todo o dia em ambas as datas.
A gestão municipal prevê redução na circulação de veículos nas datas. Na quinta, além do rodízio para veículos leves, veículos pesados estarão isentos da restrição. Faixas exclusivas de ônibus também estarão liberadas para uso apenas neste dia. Já o estacionamento rotativo pago, a chamada “Zona Azul”, funcionará conforme a sinalização.
O dia 9 de julho é feriado em todo o estado de São Paulo. A data, instituída em calendário oficial em 1997, lembra a Revolução Constitucionalista de 1932, quando civis e militares iniciaram uma revolta armada contra o governo provisório de Getúlio Vargas, que havia tomado o poder dois anos antes sem convocar eleições gerais ou nova Constituição.

