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Além dos acordes: conheça a história da Orquestra Filarmônica de Minas

Radar Olhar Aguçado(há cerca de 3 horas)
Além dos acordes: conheça a história da Orquestra Filarmônica de Minas

Fundada em 2008, a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais tornou-se referência no Brasil e no mundo por sua excelência artística e vigorosa programação.

Conduzido por Fabio Mechetti, pelo diretor artístico e regente titular, o conjunto é composto por 90 músicos de todas as partes do Brasil, Europa, Ásia e das Américas.

Hoje, suas apresentações regulares acontecem na Sala Minas Gerais, em Belo Horizonte, reunindo cinco séries de assinaturas, nas quais são interpretadas grandes obras do repertório sinfônico, com convidados de destaque do cenário orquestral.

Além disso, a Orquestra também traz à cidade uma agenda gratuita, composta por: Concertos para a Juventude, Filarmônica na Praça, os Concertos de Câmara e os concertos de encerramento do Festival Tinta Fresca e do Laboratório de Regência.

Já para as crianças e adolescentes, a Filarmônica dedica os Concertos Didáticos, em que mostra os primeiros passos para apreciar a música de concerto.

Desde 2008, Fabio Mechetti é diretor artístico e regente titular da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, sendo o responsável pela implementação de um dos projetos mais bem-sucedidos no cenário musical brasileiro.

Dono de uma carreira sólida nos Estados Unidos, ele esteve à frente da Orquestra Sinfônica de Jacksonville por 14 anos, tendo recebido o título de Regente Titular Emérito. Foi também regente titular das orquestras sinfônicas de Syracuse, de 1992 a 1999, e de Spokane, entre 1993 e 2004, nesta última atuando como regente laureado.

Em 2014, tornou-se o primeiro maestro brasileiro a assumir a Regência Titular de uma orquestra asiática, ao aceitar o convite da Orquestra Filarmônica da Malásia, onde permaneceu por dois anos.

Ainda nos Estados Unidos, atuou como regente associado de Mstislav Rostropovich, na Orquestra Sinfônica Nacional de Washington, com a qual se apresentou no Kennedy Center e no Capitólio. Foi também regente residente da Orquestra Sinfônica de San Diego.

Estreou no Carnegie Hall, em Nova York, conduzindo a Sinfônica de Nova Jersey, e tem dirigido diversas orquestras norte-americanas, como as de Seattle, Buffalo, Utah, Rochester, Phoenix, Columbus, entre outras. É presença constante nos festivais de verão dos Estados Unidos, como os de Grant Park, em Chicago, e Chautauqua, em Nova York.

Vencedor do Concurso Internacional de Regência Nicolai Malko, Mechetti rege regularmente na Escandinávia, com destaque para a Orquestra da Rádio Dinamarquesa e a Orquestra de Helsingborg, na Suécia. Na Finlândia, dirigiu a Filarmônica de Tampere; na Itália, a Orquestra Sinfônica de Roma e a Orquestra do Ateneo, em Milão; na Dinamarca, a Filarmônica de Odense; na Escócia, a BBC Scottish Symphony; além de ter conduzido a Sinfônica Nacional da Colômbia e estreado no Festival Casals com a Sinfônica de Porto Rico. Na Argentina, rege regularmente a Filarmônica do Teatro Colón.

Já no Brasil, tem sido convidado a reger a Osesp, a Sinfônica Brasileira, as orquestras municipais de São Paulo e do Rio de Janeiro, a Sinfônica do Paraná, a Petrobras Sinfônica, entre outras. Trabalhou com artistas de renome, como Alicia de Larrocha, Thomas Hampson, Frederica von Stade, Arnaldo Cohen, Nelson Freire, Antonio Meneses, Emanuel Ax, Gil Shaham, Midori, Evelyn Glennie, Kathleen Battle, entre outros.

Natural de São Paulo, Fabio Mechetti é mestre em composição e em regência pela Juilliard School de Nova York.

Por que as músicas que ouvimos na juventude marcam a nossa vida?

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