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A Fundação Rede Amazônica (FRAM), em parceria com o Centro da Indústria do Estado do Amazonas (CIEAM), exibiu a 11ª videoaula do projeto Rede Educa com o tema “Políticas Públicas e Ambiente Regulatório da Zona Franca de Manaus”. O conteúdo apresentou como o conjunto de instituições que compõem o ecossistema regulatório da Zona Franca influencia o desenvolvimento sustentável da região e contribui para a competitividade das empresas instaladas no Polo Industrial de Manaus (PIM).
A aula foi conduzida por Fernanda Rios, consultora e especialista em ESG, além de mestranda em Florestas Tropicais. Durante a apresentação, a especialista explicou o papel dos órgãos responsáveis pela gestão, fiscalização, tributação e licenciamento das atividades econômicas desenvolvidas na Zona Franca de Manaus, destacando a importância da conformidade regulatória para o fortalecimento das práticas ambientais, sociais e de governança.
Ecossistema regulatório fortalece desenvolvimento sustentável
Ao longo da videoaula, Fernanda Rios detalhou que a Zona Franca de Manaus opera a partir de um ecossistema integrado formado por instituições que atuam de maneira complementar para garantir o funcionamento do modelo econômico regional.
Entre os órgãos apresentados estão a Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), responsável pela gestão dos incentivos fiscais; a Receita Federal e a Secretaria de Estado da Fazenda do Amazonas (Sefaz-AM), que atuam na tributação; além de órgãos ambientais como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e o Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam). O sistema também conta com a participação da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (Sedecti) e do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).
Segundo a especialista, compreender esse ambiente regulatório é fundamental para que as empresas possam alinhar suas estratégias de crescimento às exigências legais e às demandas cada vez mais presentes do mercado por sustentabilidade e responsabilidade corporativa.
“Quando a empresa entende o papel de cada instituição e incorpora as práticas ESG à sua gestão, ela fortalece sua governança, reduz riscos e amplia sua capacidade de competir em mercados cada vez mais exigentes”, destacou Fernanda Rios.
ESG amplia acesso a crédito e oportunidades de negócios
Durante a aula, a especialista também ressaltou que a implementação da agenda ESG vem se tornando um diferencial competitivo para organizações de diferentes setores.
Empresas que adotam práticas alinhadas aos pilares ambiental, social e de governança tendem a ter maior facilidade para acessar linhas de financiamento voltadas para sustentabilidade, conhecidas como crédito verde. Além disso, conquistam ganhos relacionados à reputação, atração de investimentos e fortalecimento das relações com consumidores, fornecedores e comunidades.
A adoção dessas práticas também contribui para a adequação às exigências de mercados nacionais e internacionais, que cada vez mais valorizam critérios socioambientais em suas cadeias produtivas.
Conhecimento aplicado à realidade amazônica
O projeto Rede Educa tem como objetivo ampliar o acesso à informação e promover a educação voltada para temas relacionados à sustentabilidade, bioeconomia e desenvolvimento responsável na Amazônia.
As videoaulas são desenvolvidas para conectar conceitos técnicos à realidade regional, contribuindo para a formação de profissionais, estudantes e lideranças comprometidas com a construção de um futuro mais sustentável para a região.
A 11ª videoaula do Rede Educa foi exibida no Amazon Sat e está disponível gratuitamente no canal oficial da Fundação Rede Amazônica no YouTube.
Assista à aula completa:
O projeto Rede Educa é uma realização da Fundação Rede Amazônica (FRAM), com apoio do Centro da Indústria do Estado do Amazonas (CIEAM).
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