O senador e candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, disse nesta 2ª feira (7.set.2026) que o “consórcio de Lula com Moraes vai acabar”. Deu a declaraç!ao durante a manifestação contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, na av. Paulista, em São Paulo.
Flávio afirmou também que sua campanha sofrerá uma “3ª facada”, sem explicar o que seria. “Eu estou avisando. Vão tentar uma 3ª facada, não só em mim, mas também nos meus aliados. E o que eu tenho a dizer a vocês que vão tentar mais uma vez interferir nas eleições? Não vai adiantar nada, porque estou aqui de peito aberto e nós juntos somos muito mais fortes do que eles”, afirmou.
Segundo Flávio, a 1ª facada foi contra seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em Juiz de Fora (MG), em 6 de setembro de 2018. A 2ª foi a condenação e prisão do ex-chefe do Executivo por tentativa de golpe de Estado.
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7 DE SETEMBRO NA PAULISTA
O ato em São Paulo foi convocado pelo senador e candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro. Tem como mote as frases “Fora Lula, Fora Moraes” e “É agora ou nunca”.
A manifestação já estava marcada desde o início de agosto, mas ganhou outro contorno com a revelação das mensagens enviadas pelo fundador do Banco Master, Daniel Vorcaro, ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.
Com a divulgação das mensagens de Vorcaro, Flávio tem aumentado o tom das críticas contra Moraes. Afirmou que o ministro é uma “laranja podre“ e que o Supremo não pode ser contaminado, e chamou o gabinete do magistrado de “gabinete da perseguição“.
Em 2025, o ato do 7 de Setembro na av. Paulista reuniu 48.800 pessoas. Quatros dias depois da manifestação, em 11 de setembro de 2025, o Supremo condenou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado. Em 2024, Bolsonaro reuniu quase 60.000 pessoas no mesmo local.
Em 2021, quando ainda era presidente, Bolsonaro convocou apoiadores para a av. Paulista. A manifestação daquele ano ficou marcada pelos xingamentos do ex-chefe do Executivo contra Moraes. Chamou o magistrado de “canalha“.


