Os números do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) vazaram no site nesta 6ª feira (28.ago.2026), minutos antes da divulgação oficial do Ministério do Trabalho e Emprego. “Vamos procurar entender de onde saiu esse vazamento. Vamos apurar. Tomamos todas as medidas para que não houvesse o vazamento”, declarou o ministro interino, Chico Macena, a jornalistas.
O Brasil registrou a criação de 58.568 empregos formais em julho, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego nesta 6ª feira (28.ago). Eis a íntegra dos dados do Caged. (PDF – 2 MB)

O número é resultado de 2.262.888 admissões e de 2.204.320 desligamentos no mês passado. As projeções dos agentes financeiros obtidas pelo Poder360 indicavam que o saldo de empregos formais seria de 115 mil em julho. O resultado ficou abaixo das estimativas.
O Caged mostrou que a criação de empregos em julho caiu 56,3% em relação aos 133.932 do mesmo mês de 2025.
Dos postos de trabalho gerados em julho, 95,1% podem ser considerados típicos e 4,9%, não típicos.
Dos 5 grandes grupamentos de atividades econômicas, 4 registraram saldos positivos e 1, negativo:
- serviços: +24.098;
- construção: +12.691;
- agropecuária: +12.523;
- indústria: +11.315;
- comércio: -2.056.
O salário médio real de admissão em julho foi de R$ 2.419,23. Houve crescimento de 0,6% em relação a junho, quando foi de R$ 2.404,10.
O estoque de empregos formais no Brasil subiu para 48,1 milhões em julho. Estava em 48 milhões em junho e em 47,2 milhões em julho de 2025. No acumulado do ano de 2026, foram criados 972.203 novos postos de trabalho.


