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Assista e leia a íntegra do discurso de Lula na convenção do PSB

Radar Olhar Aguçado(há cerca de 2 horas)
Assista e leia a íntegra do discurso de Lula na convenção do PSB

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) discursou na 4ª feira (29.jul.2026) na convenção nacional do PSB (Partido Socialista Brasileiro), em Brasília, que oficializou Geraldo Alckmin (PSB) novamente como vice-presidente na chapa petista.

No evento, Lula disse esperar vencer a eleição já no 1º turno, em 4 de outubro, e pediu à militância que use o celular para divulgar as ações do governo.

Alckmin é vice-presidente da República desde 2023 e ocupa o cargo pela 2ª vez consecutiva na chapa com Lula. Ele também foi ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

Ao encerrar o discurso, Lula disse que pretende vencer a eleição presidencial já no 1º turno. “Eu e o Alckmin vamos ganhar as eleições. Vamos ganhar. Não há nenhuma razão, nenhuma razão. Mesmo que eu e ele só erremos daqui para frente, o acerto foi tanto que a gente não perde essas eleições”, declarou.

Assista a íntegra do discurso (25min51s):

LEIA A ÍNTEGRA DO DISCURSO DE LULA:

Eu, eu acabei de aprender. Não, tá bom, tá bom. Eu não vou usar o púlpito, não, mas como eu tenho umas folhas de papel aqui, eu resolvi deixar aqui.

Eu quero começar a minha fala dizendo para vocês, que se vocês quiserem saber quando alguém vai ser um bom prefeito, quando alguém vai ser um bom governador ou quando alguém vai ser um bom presidente, olhe a qualidade do vice que ele escolhe.

É isso que demonstra a competência de saber escolher para bem governar.

E eu quero dizer pra vocês que eu tive 2 vices na minha vida. Tive o companheiro José Alencar, que foi uma obra-prima de ser humano. Irretocável.

E tive o prazer de, seguindo conselho de amigo, procurar o Geraldo para conversar. Procurar o Geraldo, e quando eu fui conversar com o Geraldo, na 1ª conversa, eu não quis tocar no assunto, porque me disseram que eu tinha que chegar lá e já dizer pra ele que eu queria que ele fosse meu vice.

Eu resolvi não dizer. Resolvi conversar.

Era uma casa mais religiosa, não tinha nada pra se beber, muita água, muita água e nada de bebida. Então, eu não tive coragem de convidar o Geraldo na 1ª reunião.

Aí quando eu cheguei, no outro dia eu fui trabalhar e encontrei com os meus amigos, todo mundo irritado. “Nossa, mas você não convidou o Geraldo, você não falou com ele, você não falou”. “Não falei, cara, era 1º encontro”.

Ninguém consegue namorar abruptamente no 1º encontro. Tem que ter um tempo de flerte, tem que ter um tempo de olhar pra gente poder.

Então eu quero dizer pra vocês que eu estou feliz por ter o Geraldo de vice e mais feliz por vocês indicarem ele outra vez, por unanimidade, pra continuar a ser vice.

O Alckmin é aquela garantia que todo mundo precisa.

É aquela pessoa que você pode deitar com a certeza absoluta de que ele está trabalhando para que as coisas deem certo no país. E eu posso dizer, João, que com o Alckmin a gente nunca vai pensar em que vai dormir e vai ter um golpe no dia seguinte de manhã.

Porque o Alckmin, antes de tudo, é um homem de muita lealdade, de muita capacidade de trabalho e de muita honestidade. Eu sou muito grato de ter o Geraldo como meu vice.

A 2ª coisa que eu queria dizer pra vocês é que nós, seres humanos, vamos ficando com um pouco mais de idade e vamos ficando mais inteligentes.

E a gente vai aprendendo a gostar de coisas que antes a gente não dava valor.

Eu já fiz tanta coisa na minha vida, mas ontem, uma coisa que parece simples, uma coisa que pra alguns não tem nenhum significado.

Ontem, Alckmin, depois de ter criado o Brasil Sorridente em 2003, quando o Humberto Costa era meu ministro da Saúde, ontem foi o dia que eu tive a realização do significado da criação do Brasil Sorridente.

Os médicos nunca trataram a boca das pobres como a questão de saúde pública. Nunca. Nenhum convênio médico faz acordo, plano de saúde pra colocar o dente em tratamento.

E eu, como sou nordestino, ia muito ao Nordeste, eu nunca me conformava de ver pessoas com 20 anos, meninas e meninos sem dente na boca, Alckmin. Faltando 3, 4 dente na boca, com uma janela, sabe, que não era confortável nem pra ver e nem pra ter.

E eu propus criar o Brasil Sorridente. Não foi fácil no começo, porque havia muita rejeição, porque fazer o novo é sempre muito difícil.

E nós criamos o Brasil Sorridente. Hoje é um programa altamente importante no Brasil, muito importante no Brasil.

E quando eu criei, eu tive uma divergência que eu não queria o Brasil Sorridente como consultório. Eu queria o Brasil Sorridente visitando os lugares aonde estava as pessoas que tinham dente.

Eu tinha um ministro do desenvolvimento agrário, o companheiro Fritz, não da pesca, que levou uma revista do Brasil para Alemanha, para um debate.

E ele mostrava numa revista bem feita, uma galega, deve ser uma parente de italiano que morava aqui no Brasil, bonita, trabalhando no campo, segurando uma alface na mão e do lado dela, um negro alto, mas faltando os 4 dentes na boca.

Eu fiquei tão irritado, eu fiquei tão nervoso. O que que você teve que colocar esse companheiro sem dente? Não dava pra colocar um negro com dente? Por que colocar o negro sem dente?

Sabe, porque isso não, isso não é bonito, isso não engrandece o país, mas eu sei que nós anulamos a tal da revista.

E ontem, depois de ver tanta gente que criou o SUS, o que não admitia que o Estado se metesse em criar um sistema único de saúde, para dar às pessoas mais humildes, um pouco de decência e de tratamento.

E o SUS foi muito maltratado. Quantas vezes o SUS foi xingado? Se morria uma pessoa no SUS, era notícia de todos os jornais e televisões e todas as rádios. Negativa.

Ninguém contava que ele tinha salvado 999, apenas contava 1 que tinha morrido.

E veio a covid e o SUS finalmente conseguiu ter a visibilidade, por causa da decência dos médicos, das enfermeiras, dos faxineiros, dos motoristas que colocaram a sua vida em risco.

Porque agora o nosso dentista que vai tratar do pobre, não é mais aquele dentista que vai fazer o molde pra fazer uma prótese, pega 1 modelo, enche de massa, mete na boca da pessoa, fica apertando, depois tira aquele negócio e faz uma prótese.

Que aquele negócio e faz uma prótese, que quando coloca na boca, machuca o céu da boca, a pessoa fica com copo d’água, a dentadura dentro no copo d’água. Isso acabou.

Agora, não faz. Às vezes a gente olha, vê e não se preocupa, não é com a gente, é como a dor de barriga dos outros. Tá doendo em você, não tá doendo em mim, então fique com a sua dor.

Eu estou contando esse caso, pra mostrar que quando a gente vai ficando velho, João, a gente vai ficando mais leve. Eu não tinha valor.

Mas é preciso a gente trabalhar.

É preciso. Vocês que usam o celular na mão, me permita dizer isso, vocês que fica muito com o celular, porque a gente fica 8, 9 horas com o celular.

Às vezes, o homem vai dormir com a mulher do lado e ele tá com o celular na cara e fica vendo o celular e a mulher olhando pro lado dele e ele com o celular, até dar sono e dormir.

E às vezes a mulher, ah, o Stuckert que é assim. Aí, Cris, obrigado por ter. Mas a mulher também. As mulheres também, vocês gostam do celular.

Vocês vão dormir 11 horas com o celular. Acorda 5h30, também com o celular. Eu não sei pra que pega tanta notícia que não presta pra nada, porra!

Ou seja, a gente tem que saber aquilo que interessa. Nem o Guimarães, que tem um cabeção aqui, ó. Nem a cabeça dele é capaz de acumular todas as informações inúteis que a gente vê todo dia.

E muitas vezes a gente vê e a gente repassa. Então é preciso que a gente utilize o celular, como uma ferramenta em defesa dos nossos candidatos, das nossas companheiras, dos nossos companheiros e das nossas propostas.

Utilize 24 horas por dia pra falar coisa boa, pra conversar, pra mostrar o que precisa ser feito, porque é essa a briga que nós vamos ter que fazer.

Então, João, eu quero dizer pra você o seguinte: eu tenho muito orgulho de estar na convenção do PSB. Tenho muito orgulho de ter você, sabe, como parceiro nessa caminhada.

Muito orgulho de ter você como candidato a governador de Pernambuco e com muito orgulho de dizer na frente de vocês, eu e o Alckmin vamos ganhar as eleições.

Vamos ganhar.

Não há, não há nenhuma razão, nenhuma razão.

Mesmo que eu e ele só erremos daqui pra frente, o acerto foi tanto, que a gente não perde essas eleições.

Pera.

Então eu estou convencido, Alckmin. O (Leonardo) Barchini aqui, o nosso ministro da Educação. Levanta aí, jovem.

Ele chegou tão cedo aqui, que eu tô desconfiando que ele é um PSB infiltrado aqui no meu governo. O Barchini, ele é ministro da Educação, mas ele conta uma história que é fantástica.

Ele, normalmente a pessoa pra me agradar, vai lá e fala: “Agora eu quero apresentar o Lula, o melhor presidente do Brasil”. Eu sei que isso é gentileza, mas o Barchini não, o Barchini ele começa assim: “Companheiros e companheiras, eu tenho 32 anos de MEC.

Já passou por mim 17 ministros da Educação. Já passou por mim 8 presidentes da República. E eu quero dizer pra vocês, o Lula sozinho fez mais que todos.”

Eu até, eu até pedi, eu até pedi pra Advocacia Geral da União ver se era possível dar um aumento separado pra ele, pra ele ganhar um pouco mais do que o outro.

Já, ainda não foi possível, mas eu vou ver. Mas então companheiros e companheiras, eu tinha que falar rápido, porque ontem eu cheguei em casa meia-noite.

Ontem eu almocei e jantei no avião, Alckmin. Almocei e jantei.

Mas eu tenho muito orgulho de dizer pra vocês, eu vou dizer uma coisa que tá acontecendo no Brasil com esse programa Agora Tem Especialista. É importante vocês saber o que é isso.

Hoje eu digo pra todo mundo, eu fiz radioterapia na minha cabeça. Eu tive um câncer de pele e eu fiz radioterapia.

E essa máquina que eu fiz, era um privilégio, Alckmin. Quando eu fiz radioterapia da minha garganta em 2012, eu fiz 33 aplicações.

É como se fosse um vulcão em erupção. Quando desce aquela terra quente, ela vai secando e vai ficando lá, diferente do que era a minha garganta, porque naquele tempo, a radioterapia não pegava apenas o lugar do câncer, pegava toda a região.

Agora, Alckmin, não, agora a máquina é precisa, ela só vai no tumor.

E por que eu tô dizendo isso? Porque vocês podem ter certeza, em qualquer estado do Brasil, e qualquer pessoa, por mais pobre que seja, independentemente da cor, do time, da religião, qualquer brasileiro hoje, em todos os estados, se precisar fazer radioterapia, ele vai fazer numa máquina, que se o (Donald) Trump quiser fazer, é aquela máquina.

Se o Xi Jinping quiser fazer, é aquela máquina. Se você, (José Luiz) Datena, quiser fazer, é aquela máquina. Se o (Vladimir) Putin quiser fazer, é aquela máquina. E se o Lula quiser fazer, é aquela máquina.

Os pobres agora têm a mesma máquina pra fazer o tratamento de câncer.

Nós fizemos a maior compra de máquina do mundo, porque nós achamos que é direito do pobre.

Porque quando as pessoas são mais ricas, as pessoas são mais ricas, sabe? Eles têm um plano médico melhor e eles vão em hospital melhor.

Eu, como sou presidente, eu nem preciso pagar, eu sou presidente, eu vou em qualquer lugar me recebem. Ninguém manda eu ficar na fila.

Essa semana me ligou um companheiro de Caraguatatuba. Ele teve um problema no coração, ele foi internado. Tava no hospital de Caraguatatuba ou Ubatuba, não sei. Caraguá, tá?

E aí ele não tava fazendo o tratamento, porque o plano de saúde dele tava sendo investigado pra saber se o plano dele dava conta de pagamento.

Ô Cid (Gomes), não era obrigação pegar o coitado, tratar e depois brigar pra ver se ia pagar?

Não, mas ele ficou deitado esperando. O (Alexandre) Padilha conseguiu, por um pedido meu, levar o cara pra outro hospital pra operar.

João, é uma coisa bárbara, o que faz. Aí o cara que paga um plano médico, ele fala: “Eu pago um plano caro, eu tenho direito.”

Primeiro que ele não paga.

Quem paga somos nós, porque o que ele paga de plano de saúde, ele desconta no imposto de renda e o dinheiro que ele deixa de pagar, era benefício que era pra fazer pro pobre, que não é feito, porque ele foi isento de pagar.

Então é o seguinte, cara, falar isso é radicalismo? Não.

Falar isso é ir na raiz dos problemas, porque ser radical quando você vai na raiz do problema, é diferente do radicalismo, sectarismo que eu tinha quando era mais jovem. Que o (Jorge) Kajuru não tinha. Bicho aquele era sectário, eu via ele.

Sabe? Então, então gente, é o seguinte: nós temos, olhe, nós temos partidos, nós temos definições ideológicas, nós temos candidatos, nós temos programas e temos legado.

O que que tem o nosso adversário?

Fale Geraldo, o que que tem o nosso adversário?

Zero. Zero. Zero.

Então companheiros e companheiras, eu quero dizer pra vocês que estejam preparados.

Capiberibe, você mandar mais vinho e açaí pra mim. Três garrafa é muito pouco. Três garrafa é muito pouco, cara. Porra, cadê a nossa amizade? Porra.

O cara quer falar que é meu amigo e manda 3 garrafinhas. E eu já tô no 4º ano de mandato, porra. Se apresente, companheiro. Apresente.

Eu quero dizer pra vocês o seguinte, olha, eu vivo, e vou repetir, vivo o momento da minha vida. Um cara bem casado. Sou um cara que tem um vice extraordinário.

Tenho os melhores partidos desse país do meu lado.

Considero todos vocês meus amigos, mesmo que não queira ser, eu quero ser amigo, porque eu não quero inimigo, eu não quero nem o Trump de inimigo, cara.

O Trump às vezes ele fica querendo brigar comigo, eu não quero briga com ele, nem à porreta, eu não sou bobo. O cara diz que tem os maiores navios do mundo.

O cara diz que tem a maior bomba atômica do mundo, tem os maior avião do mundo, tem o maior exército do mundo, eu quero briga com ele, porra? Eu só tenho vocês, cara. Eu não quero briga.

Eu quero paz, cara. Eu quero paz e quero derrotá-los na narrativa. Eu quero fazer a guerra da narrativa.

Quem tá falando a verdade ou quem tá falando a mentira.

E essa semana, João, nós tivemos que negar o visto pra 2 jovens que eles tão mandando pro Brasil pra se intrometer nas eleições brasileiras. Nós negamos o visto. Nós negamos o visto.

Vocês viram a papaguada que fez aqui o presidente da Argentina. Eu não falei nada, porque a minha relação é uma relação de chefe de Estado com Estado, e eu gosto do povo argentino e não vou ficar trocando coisa com aquela coisa.

O que eu quero dizer pra vocês é o seguinte: eu aprendi muito cedo a andar de cabeça erguida. Eu aprendi muito cedo a gostar de respeito e a respeitar as pessoas.

Eu aprendi muito cedo de que eu não sou melhor, mas também não sou pior de ninguém. De que eu não sou o menos sabido, mas também não sou o mais sabido.

Eu apenas quero ser igual e quero ter a oportunidade de fazer tudo que os outros podem fazer.

Eu quero dizer pra vocês, enquanto eu for presidente, enquanto eu for vivo, ninguém de fora vai meter o bedelho nas eleições brasileiras.

Aqui, e não adianta falar bravo que eu não vou ficar bravo. O cara fez cara feia, eu faço cara bonita.

O cara demonstrou ódio, eu demonstro amor. Eu quero derrotá-lo convencendo a sociedade americana.

Essa semana eu escrevi um artigo no Washington Post, que foi um sucesso e a maioria dos comentários foi a meu favor e a conto presidente dos Estados Unidos.

Porque na narrativa nós estamos certo. E quem tem razão não baixa a cabeça. Quem tem razão levanta a cabeça e vai em frente.

Por isso, companheiros e companheiras, se vocês estavam esperando descansar, se prepare, porque o Lulinha tá com 80, mas com energia de 30. Se prepare.

Ontem, ontem lá no hospital de Andaraí, eu ia subindo uma, uma rampa, muito forte a rampa, e o secretário, o diretor-geral da, da Organização Mundial da Saúde tava atrás de mim.

Ele só tem 60 anos. Porra, 60 anos. O Tedros (Adhanom). Sério? Rapaz, novinho.

Falei: “Eu vou correr pra ver se ele tá bom”. Não chega nem, nem você, Datena, vai chegar perto de mim correndo.

Porque é o seguinte, cara, só envelhece o cara que não tem uma causa.

Sabe? Ninguém. Olha, eu e o Alckmin aqui. Parece dois garotão, ó. Aqui. Veja.

Veja o que acontece. Nós 2, nós 2 não vamos conseguir parar a rotação da Terra. Então os anos vão continuar passando. Não é isso?

Mas os anos não contam na velhice. O que conta na velhice é falta de motivação. É falta de tesão, pra todo mundo entender melhor. É falta de, sabe?

É falta de causa, causa. Você tem que levantar todo dia atrás de fazer uma coisa importante, atrás de ajudar alguém, atrás de brigar por alguém.

Você não pode levantar, ah, tô aposentado. Senta a bundona no sofá e fica vendo televisão, e fica vendo televisão ocupando o espaço do neto.

Às vezes, mudando de canal quando o neto tá vendo desenho, se apressa mudar outro. Porque quando a gente é mais velho, a gente inventava de ver desenho no cinema, na verdade é ir ver o filme, não era pra levar os netos, os filhos.

Então eu me sinto, gente, eu não tenho noção. Vocês não têm noção.

Eu falo pra todo mundo, hoje, com 80 anos, eu consigo fazer fisicamente o que eu não fazia com 57, quando eu cheguei na presidência pela 1ª vez.

Então aquele ditado, aquele ditado de que o vinho quanto mais velho, melhor fica, eu quero dizer, vocês têm aqui duas garrafas de vinho da melhor qualidade.

Bebam ela para que a gente possa chegar no dia 4 de outubro, matar as eleições no 1º turno.

Um abraço, gente.

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