O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), órgão da Força Aérea Brasileira (FAB), prossegue com os trabalhos de investigação sobre o acidente de helicóptero que vitimou o cantor Rick, da dupla Rick & Renner, o empresário Bruno Avelar e outras três pessoas em Urubici, na Serra catarinense.
Em nota enviada à coluna Fábia Oliveira nesta quarta-feira (23/9), o CENIPA informou que investigadores qualificados e credenciados realizam a chamada Ação Inicial, etapa que envolve a coleta e confirmação de dados, a análise dos danos provocados à aeronave e o levantamento de outras informações relacionadas à ocorrência.
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Acidente matou cinco pessoas
Os trabalhos são realizados após a localização dos destroços do Bell 430, de matrícula PP-MGR, encontrado na manhã de terça-feira (22/9) em uma área de mata de difícil acesso. As buscas mobilizaram equipes da Polícia Militar, dos bombeiros e da FAB e ocorreram na região de Urubici, a cerca de 59 quilômetros de São Joaquim.
Além de Rick e Bruno Avelar, morreram no acidente o videomaker Paulo Ricardo dos Santos Soares, o piloto Antonio Roberto Nobrega de Araujo e o copiloto Leopoldo Barros Teixeira.
Segundo o CENIPA, os elementos reunidos durante a Ação Inicial vão subsidiar as etapas seguintes da investigação, que têm como objetivo identificar possíveis fatores que contribuíram para o acidente. Quando necessário, o órgão poderá emitir recomendações de segurança para prevenir novas ocorrências.
Destroços serão removidos
O CENIPA também esclareceu que a responsabilidade pela retirada dos destroços e dos bens transportados é do explorador da aeronave. A previsão consta no Código Brasileiro de Aeronáutica e nas normas do Comando da Aeronáutica.
De acordo com o órgão, a remoção poderá ocorrer após a liberação do local pelo investigador responsável pelo caso e pela autoridade policial competente. Cabe ainda ao operador ou proprietário providenciar a higienização da área.
Segundo o CENIPA, a medida tem como objetivo evitar riscos à segurança, à saúde pública, ao meio ambiente, a propriedades de terceiros e à coletividade.







Imagens registram operação de resgate em Santa Catarina
Reprodução/redes sociais.Imagens registram operação de resgate em Santa Catarina
Reprodução/redes sociais.Imagens registram operação de resgate em Santa Catarina
Reprodução/redes sociais.Imagens registram operação de resgate em Santa Catarina
Reprodução/redes sociais.Rick e Bruno Avelar morreram na queda do helicóptero em Santa Catarina
Instagram/ReproduçãoCantor Rick e empresário Bruno Avelar.
Reprodução/redes sociais.Rick e Bruno Avelar
Reprodução/InstagramRick Sollo e Bruno Avelar antes da queda de helicóptero em Santa Catarina
Leia a nota na íntegra
“O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), órgão da Força Aérea Brasileira (FAB), prossegue com os trabalhos de investigação sobre o acidente de helicóptero que vitimou o cantor Rick, da dupla Rick & Renner, o empresário Bruno Avelar e outras três pessoas em Urubici, na Serra catarinense.
Em nota enviada à coluna Fábia Oliveira nesta quarta-feira (23/9), o CENIPA informou que investigadores qualificados e credenciados realizam a chamada Ação Inicial, etapa que envolve a coleta e confirmação de dados, a análise dos danos provocados à aeronave e o levantamento de outras informações relacionadas à ocorrência.
Os trabalhos são realizados após a localização dos destroços do Bell 430, de matrícula PP-MGR, encontrado na manhã de terça-feira (22/9) em uma área de mata de difícil acesso. As buscas mobilizaram equipes da Polícia Militar, dos bombeiros e da FAB e ocorreram na região de Urubici, a cerca de 59 quilômetros de São Joaquim.
Além de Rick e Bruno Avelar, morreram no acidente o videomaker Paulo Ricardo dos Santos Soares, o piloto Antonio Roberto Nobrega de Araujo e o copiloto Leopoldo Barros Teixeira.
Segundo o CENIPA, os elementos reunidos durante a Ação Inicial vão subsidiar as etapas seguintes da investigação, que têm como objetivo identificar possíveis fatores que contribuíram para o acidente. Quando necessário, o órgão poderá emitir recomendações de segurança para prevenir novas ocorrências.
Destroços serão removidos
O CENIPA também esclareceu que a responsabilidade pela retirada dos destroços e dos bens transportados é do explorador da aeronave. A previsão consta no Código Brasileiro de Aeronáutica e nas normas do Comando da Aeronáutica.
De acordo com o órgão, a remoção poderá ocorrer após a liberação do local pelo investigador responsável pelo caso e pela autoridade policial competente. Cabe ainda ao operador ou proprietário providenciar a higienização da área.
Segundo o CENIPA, a medida tem como objetivo evitar riscos à segurança, à saúde pública, ao meio ambiente, a propriedades de terceiros e à coletividade.”

