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Defesa de Ana Hickmann contesta contrato que motivou leilão de apartamento

Radar Olhar Aguçado(há 31 minutos)
Defesa de Ana Hickmann contesta contrato que motivou leilão de apartamento

Após a informação de que um apartamento de Ana Hickmann e Alexandre Correa será levado a leilão judicial para quitar uma dívida de cerca de R$ 11,3 milhões, a defesa da apresentadora se manifestou sobre a origem da cobrança. O imóvel, localizado em Perdizes, na zona oeste de São Paulo, é avaliado em R$ 5,2 milhões e tem lance mínimo de R$ 4,2 milhões. A ação foi movida pela Informação com Ênfase – Ice Propaganda Ltda., em razão de um suposto empréstimo firmado em setembro de 2023.

Em nota enviada à Coluna Fábia Oliveira, o corpo jurídico de Ana Hickmann contestou a validade do contrato que deu origem à cobrança. Segundo a defesa, o documento teria a assinatura falsificada da apresentadora, além da assinatura de Alexandre Correa, que era responsável pela gestão da empresa à época.

Leia a nota na íntegra

“A defesa de Ana Hickmann esclarece que o contrato supostamente firmado entre a Hickmann Serviços e a Informação com Ênfase – Ice Propaganda Ltda, em setembro de 2023, conta com a assinatura falsificada da apresentadora, além da assinatura de Alexandre Correa, responsável pela gestão da empresa à época.

O referido contrato está sob investigação perante o DEIC e, inclusive, o representante legal da empresa Informação com Ênfase – Ice Propaganda Ltda já prestou esclarecimentos iniciais.

Diante disso, o corpo jurídico da empresária contesta a validade do documento e destinação dos valores relacionados ao contrato, uma vez que não há comprovação de que os recursos tenham sido vertidos em favor da Hickmann Serviços.

Para esclarecimento dos fatos, a defesa já solicitou e teve deferida a realização de perícia grafotécnica, que ocorrerá em breve. Exames dessa natureza já identificaram falsificações de assinaturas da empresária em documentos relacionados a instituições como Banco do Brasil, Bradesco, Itaú e Safra, conforme consta em processos judiciais. E, quanto a esse ponto, já há em trâmite processo cível e criminal para comprovar a autoria.

Importante acrescentar, ainda, que o referido leilão está com os seus efeitos parcialmente suspensos, por decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo e que, em outro recurso, as partes discutem o real valor da avaliação, já que entendem pela subavaliação. No que se refere aos valores apontados, serão definidos ao final do julgamento da defesa da empresa, por meio de perícia contábil, se necessário for.”

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