O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), mandou intimar o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, para que ele preste esclarecimentos sobre a decisão que embasou o seu afastamento preventivo do cargo nesta terça-feira (8/9).
Nesta manhã, Mendonça ordenou o afastamento preventivo de 90 dias do diretor da corporação. O magistrado afirmou ter sido alvo de “monitoramento sistemático e ilegal” da PF por mais de 30 dias.
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A medida ocorre em meio aos desdobramentos das investigações relacionadas ao caso do Banco Master. O nome de Andrei Rodrigues surgiu em mensagens do banqueiro Daniel Vorcaro.
Na mesma decisão, o magistrado também ordenou o afastamento do delegado federal Leandro Almada da Costa, diretor de Inteligência Policial da PF.





O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues
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A Segunda Turma da Corte formou maioria, na manhã desta terça, para manter a decisão do ministro André Mendonça de afastar Andrei Rodrigues da função de diretor-geral da PF.
Os ministros Kassio Nunes Marques e Luiz Fux anteciparam seus entendimentos e acompanharam integralmente a decisão do relator. Antes da maioria, o decano Gilmar Mendes havia pedido vista (mais tempo de análise) no julgamento.
Com a interrupção de Gilmar, a análise do caso foi suspensa, mas o afastamento imediato continua em vigor. Ainda falta o voto do ministro Dias Toffoli.

