O advogado-geral da União, Jorge Messias, reuniu o ministro da Justiça, Wellington César Lima Silva, e o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, em um almoço nesta quinta-feira (27/8).
O encontro aconteceu na sede da AGU, em Brasília, e reniu ainda o ex-ministro da Justiça e do STF Ricardo Lewandowski e o atual secretário-geral da Interpol, Valdecy Urquiza, que é delegado da PF.






O ministro da Advocacia-Geral da União (ADU), Jorge Messias, e o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington Dias
VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.fotoO ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias
VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.fotoO ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington Dias
VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.fotoDiretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, deve focar também em como a corporação pode cooperar com o Congresso
BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFotoDelegado Valdecy Urquiza, chefe da Interpol, em reunião com Lula no Palácio do Planalto
ReproduçãoO almoço ocorreu a pretexto de Messias entregar uma medalha da Ordem do Mérito da AGU ao chefe da Interpol. No entanto, segundo relatos, o evento acabou servindo como um almoço de pacificação dos ânimos.
Como vem noticiando a coluna, o atual diretor da PF vem travando uma guerra, nos bastidores, com o ministro do STF André Mendonça, relator de inquéritos sensíveis, como o Caso Master e a Farra do INSS.
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Andrei ficou incomodado com ordens de Mendonça para que a Polícia Federal enviasse dados brutos do inquérito sobre o INSS e informasse previamente mudanças na equipe de investigação do caso.
Messias tem atuado como bombeiro, em razão da boa relação que mantém com Mendonça. No início de agosto, o titular da AGU organizou uma reunião do ministro do STF com o atual titular da Justiça.
O advogado-geral da União articula agora um encontro de Andrei com Mendonça. O próprio presidente Lula, como noticiou o Metrópoles, pediu que o chefe da PF procure o ministro do STF para pacificar a relação.

