A governadora do Distrito Federal e candidata à reeleição, Celina Leão (PP), prometeu, nesta quarta-feira (26/8) durante entrevista para Band News FM, nomeações na Educação e ajuizar ação contra PL dos combustíveis.
Segundo Celina, o governo vai convocar 2,5 mil candidatos aprovados no último concurso para substituir professores temporários. “Estamos chamando o cadastro reserva da reserva”, afirmou. Na sequência, ela diz que lançará um concurso público para contratar mais educadores efetivos. Celina também prometeu nomeações na Polícia Penal.
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Durante a entrevista, Celina falou sobre o PLP dos Combustíveis, projeto aprovado no Senado Federal para mitigar os impactos na economia em períodos de alta e que pode resultar em uma perda de R$ 1,8 bilhão para o Fundo Constitucional do DF (FCDF), ao qual considerou um “jabuti”. O DF utiliza o fundo para o pagamento da folha da Segurança, Educação e Saúde.
De acordo com a governadora, assim que o PLP for sancionado, o governo local vai ajuizar uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF).
Políticas para pessoas em situação de rua
Após dois casos de internação humanizada involuntária de pessoas em situação de rua confirmados pela Secretaria de Saúde do DF (SES-DF), Celina Leão falou sobre a política pública. Para a governadora, a iniciativa salvará pessoas em situação de rua e vulnerabilidade.
Sobre a transferência do Centro Pop de Brasília, na Asa Sul, Celina anunciou que o novo espaço se chamará Na Hora Social e terá um posto de saúde. A candidata à reeleição também destacou que o GDF já desobstruiu 100 pontos ocupados por pessoas em situação de rua.
Celina falou também que pretende lançar um projeto de revitalização cultural do Setor Comercial Sul (SCS) em parceria com a Federação do Comércio (Fecomércio).
Transporte e saúde
Sobre o Metrô, a governadora e candidata a reeleição confirmou os planos de ampliação e atualização do sistema, assim como os estudos do VLT entre Taguatinga, Ceilândia e Sol Nascente.
Em relação à saúde pública, a governadora voltou a promoter a integração do sistema, proporcionando, por exemplo, prontuários únicos e rebateu a ideia de fechamento do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (Iges-DF).
“Se tirar o Iges-DF, do dia para noite, você colapsa o sistema público”, alertou.

