Aliados de Flávio Bolsonaro (PL) minimizaram o público reduzido no primeiro ato da campanha do senador ao Palácio do Planalto na manhã do domingo (16/8), na Praia de Copacabana, no Rio.
À coluna, o líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), afirmou que o evento não é uma manifestação, que costuma reunir público maior, mas, sim, um comício político.




Flávio Bolsonaro (PL) durante anúncio do vice
HUGO BARRETO / METRÓPOLES @hugobarretophotoO presidenciável do PL, Flávio Bolsonaro
HUGO BARRETO / METRÓPOLES @hugobarretophotoFlávio Bolsonaro em ato inaugural da campanha presidencial
Reprodução/ Youtube/ Flavio Bolsonaro“Não é manifestação. É comício. E a gente não dá ônibus”, afirmou Sóstenes, em uma indireta ao PT, que organizou caravanas para o ato do presidente Lula no estádio da Vila Euclides, em São Paulo.
Auxiliares de Flávio também minimizaram a ausência de lideranças do PL de outros estados, como Michelle Bolsonaro, Tarcísio de Freitas e Nikolas Ferreira, no ato em Copacabana.
Leia também
No caso de Tarcísio, aliados de Flávio avaliam que seria “ruim” para o governador paulista começar a campanha no Rio, e não em São Paulo, estado por onde ele tentará reeleição em 2026.
“Só centraliza evento quem não tem gente. Estratégia para ganhar a eleição é se espalhar por todo Brasil”, afirmou o líder do PL.

