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Funcionária é suspeita de desviar R$ 500 mil de supermercado para luxo

Radar Olhar Aguçado(há cerca de 3 horas)
Funcionária é suspeita de desviar R$ 500 mil de supermercado para luxo

A Polícia Civil de Goiás (PCGO) prendeu, na última segunda-feira (10/8), em Aparecida de Goiânia (GO), uma mulher de 22 anos suspeita de desviar cerca de R$ 500 mil do supermercado onde trabalhava havia mais de três anos.

Imagens de câmeras de segurança mostram uma das situações: ela aparece retirando cédulas durante o fechamento do caixa sem repassá-las ao local destinado ao dinheiro. Quando a falta foi identificada, ela teria apresentado versões diferentes para justificar a diferença. Após o episódio, ela pediu demissão.

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Câmeras de segurança mostram a mulher retirando cédulas durante o fechamento do caixa sem repassá-las ao local destinado ao dinheiro
Metrópoles
Funcionária é presa suspeita de desvio de dinheiro
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Funcionária é presa suspeita de desvio de dinheiro

Reprodução / PCGO
Câmeras de segurança mostram a mulher retirando cédulas durante o fechamento do caixa sem repassá-las ao local destinado ao dinheiro
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Câmeras de segurança mostram a mulher retirando cédulas durante o fechamento do caixa sem repassá-las ao local destinado ao dinheiro

Imagem cedida ao Metrópoles

Segundo a investigação, a funcionária teria usado parte do dinheiro furtado do caixa para manter um padrão de vida incompatível com a renda. Entre os gastos que chamaram a atenção dos investigadores está a compra de um carro zero quilômetro para o namorado, que utilizaria o veículo para trabalhar.

A coluna Na Mira tenta localizar a defesa da investigada. O espaço permanece aberto para manifestações.

O delegado Henrique Berocan, responsável pelo caso, afirmou que a suspeita teria desviado cerca de R$ 1,4 mil somente no dia em que foi presa. O proprietário do supermercado, porém, estima que o prejuízo total possa chegar a R$ 1 milhão, considerando o período de três anos em que a mulher trabalhou no estabelecimento.

A investigação começou após pessoas próximas à funcionária desconfiarem do comportamento dela.

A PCGO teve acesso a conversas que, segundo os investigadores, indicam que a mulher fazia depósitos frequentes em sua própria conta bancária.

Além disso, a polícia identificou movimentações financeiras incompatíveis com a renda da suspeita. Ela recebia cerca de R$ 3 mil por mês e, de acordo com a investigação, chegou a mostrar a uma colega uma conta bancária com aproximadamente R$ 60 mil.

Apesar da prisão, a suspeita foi solta durante a audiência de custódia.