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Ator Marco Furlan é indiciado. Defesa contesta investigação: leia nota

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Ator Marco Furlan é indiciado. Defesa contesta investigação: leia nota

Graciele Queiroz, advogada do ator Marco Furlan, contestou a investigação e comentou sobre o indiciamento do artista. No comunicado enviado ao Metrópoles, ela alega que a versão de que o homem teria confundido a aniversariante com a criança “não partiu dele”.

Em nenhum momento Marco afirmou ter se enganado ou confundido a aniversariante com a criança. Essa versão não partiu dele e não corresponde ao que efetivamente declarou”, diz um trecho do documento, que ainda alega que seu cliente é inocente.

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Prisão de Marco Furlan por estupro é convertida para preventiva
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A família de Marco Furlan desativou todas as redes sociais dele após a prisão
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Veja o comunicado completo:

Em nenhum momento Marco afirmou ter se enganado ou confundido a aniversariante com a criança. Essa versão não partiu dele e não corresponde ao que efetivamente declarou.

Além disso, os laudos referentes à criança, em duas oportunidades, não apontaram elementos que comprovem a ocorrência de abuso sexual.

A defesa demonstrará, dentro do processo e com base nas provas, a inocência de Marco Furlan. É isso que os autos irão revelar.

A defesa ainda contesta o indiciamento de Furlan por estupro de vulnerável após quatro dias de investigações, em 6 de agosto. O caso aconteceu no dia 2 de agosto, em uma chácara situada no bairro Goiabal, em Pindamonhangaba, interior de São Paulo. Em 3 de agosto, ele passou por audiência de custódia e teve a prisão mantida pela Justiça.

Laudo do IML

O Metrópoles divulgou, com exclusividade, o laudo do Instituto Médico-Legal (IML) referente ao caso. No documento, o médico-legista afirma que “não há, no presente exame, evidências de lesões corporais”.

O médico-legista Rodrigo Carvalho de Almeida afirma que “não há elementos” de práticas de ato libidinoso no exame do menino, que investigou “lesões de interesse médico legal” na região anal da criança.

O documento ainda diz que aguarda resultado de exames complementares, como “pesquisa de espermatozoides”. O exame foi feito em 4 de agosto, dois dias depois do ocorrido, em 2 de agosto.

Maria Fernanda Mituo, advogada da criança, disse à reportagem que, apesar do exame, “as provas da materialidade são incontestáveis”.

Em nota, a Polícia Civil de São Paulo disse: “As investigações prosseguem, sob sigilo, pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Pindamonhangaba. Demais informações sobre o caso serão preservadas em razão da natureza da ocorrência e por envolver menor de idade, em observância à legislação vigente”.