O vereador de Balneário Camboriú (SC) Jair Renan Bolsonaro desafiou o deputado federal Kim Kataguiri (Missão) após o parlamentar chamar Eduardo Bolsonaro de “frouxo”, “fraco” e “patético” durante uma discussão pública. Pré-candidato a deputado federal, o filho 04 do ex-presidente Jair Bolsonaro afirmou que pretende responder ao deputado pessoalmente caso seja eleito em 2026.
“Em 2027, vou estar na Câmara e ele [Kim Kataguiri] pode me procurar e falar da minha família na minha cara”, escreveu Jair Renan em publicação nas redes sociais.
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A discussão teve início na quarta-feira (29/7), durante a inauguração da TLTV Timeline, apresentada como a primeira emissora brasileira em sinal aberto nos Estados Unidos. Na ocasião, Eduardo Bolsonaro afirmou que tinha vontade de “pegar na porrada esses moleques” ao comentar a atuação de integrantes do Movimento Brasil Livre (MBL).
Segundo Eduardo, Kim Kataguiri e outras pessoas estariam tratando com deboche os episódios envolvendo a família Bolsonaro.
“O Flávio… estavam falando que ia aparecer vídeo dele comendo russa, depois era comendo ucraniana, depois era comendo não sei quem. Aí, está o Kim Kataguiri dando risada, e ninguém reparou para olhar a Fernanda, a esposa do Flávio, que estão destruindo uma família, e os caras nem aí, falando como se fosse a coisa mais natural do mundo e dando risada”, afirmou.
A resposta de Kim Kataguiri foi publicada na quinta-feira (30/7), por meio de um vídeo divulgado em suas redes sociais, em seu canal oficial no YouTube, e comentada em transmissões ao vivo do MBL.
O deputado afirmou que Eduardo “não tem coragem de bater em ninguém” e o chamou de “frouxo”, “covarde”, “fraco” e “patético”.
“Você tem o dobro do meu tamanho, eu tenho certeza absoluta que você não tem coragem de bater em ninguém… você é um frouxo, você é um covarde, vem aqui me bater”, disse.
Kataguiri também questionou a trajetória política de Eduardo Bolsonaro, afirmando que ele ingressou na vida pública por influência do pai, Jair Bolsonaro.
O deputado ainda ironizou a tentativa de Eduardo de recorrer à Justiça para impedir que fosse chamado de “Bananinha”.

