Pietra Bertolazzi retomou a polêmica disputa contra os armys, a legião de fãs do grupo de K-Pop BTS. Ela compartilhou um vídeo em que se pronuncia contra os ataques virtuais promovidos pelo fã-clube contra ela, que se apresenta como defensora do catolicismo e do conservadorismo.
Aos seguidores, a influenciadora afirma que estaria sendo perseguida por “um exército de adolescentes bandidos que se escondem atrás da tela do computador” por acreditar em valores como “família e cristianismo”. Em certo trecho do pronunciamento, ela, que questionou a masculinidade dos membros do grupo sul-coreano, diz que as ações dos fãs do BTS são como a perseguição do Partido Nazista contra os católicos durante a década de 1940.
Pietra Bertolazzi x Fãs do BTS
- A influenciadora Pietra Bertolazzi usou as redes sociais para chamar os cantores da banda de K-Pop de “afeminados, vaidosos e cheios de caras e bocas” após o show do grupo de K-Pop na final da Copa do Mundo 2026.
- Ela foi alvo de diversos ataques virtuais dos armys, grupo de fãs da banda sul-coreana, que vazaram dados dela nas redes sociais.
- Pietra afirma que foi filiada contra sua vontade ao Partido dos Trabalhadores (PT), inscrita para participar de mesária nas eleições de outubro desse ano e que mais de 70 transações bancárias foram feitas em seu nome.
- A Delegacia de Crimes Cibernéticos de São Paulo investiga o caso.
“Alguns confiam em exércitos [army, em inglês], mas eu confio no Senhor dos Exércitos”, disparou Pietra Bertolazzi. “Quando as pessoas viram o nazismo crescer em 1940 e não fizeram nada, sofreram consequências definitivas dessa omissão. Levaram o vizinho católico, conservador, empresário, e você não se incomodou. A fila mudou de década e de alvo, mas ela continua andando. o nazismo não tomou a Alemanha em uma noite. Foi uma narrativa repetida por anos.”







Publicação de Pietra Bertolazzi sobre o BTS
ReproduçãoQuem é Pietra Bertolazzi, influencer criticada por postagem sobre BTS
Reprodução/Instagram @pietrabertolazziLeia também
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Em tom irônico, Pietra pediu desculpas por ter chamado os cantores do BTS de “afeminados” e disse que era necessária muita “virilidade” para reunir “um exército de mais de 400 milhões de pessoas”.
“É uma sociedade de valores invertidos. Esse é o maior exército de fãs do planeta, mas não é nem de perto o maior fandom da história: tem um homem que, sem clipe, sem coreografia, sem show, esgotou e, sem redes sociais, arrebanhou bilhões de seguidores ao longo dos últimos 2000 anos e continua arrebanhando milhões em cada canto do mundo”, afirmou, se referindo à fé que tem no catolicismo.
“É muito cristão perdoar, mas perdoar não dá alvará de soltura. O perdão é meu, mas o processo é do Estado”, declarou, afirmando já estar adotando medidas contra os ataques dos fãs.

