A Justiça do Rio de Janeiro converteu, nessa terça-feira (28/07), as prisões de Larissa Monteiro da Costa, de 22 anos, e Bruno Lucas Ribeiro da Silva, de 29, em preventiva. Eles são acusados de matar o filho recém-nascido e ocultar o corpo da criança no quintal de casa, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.
Em depoimento, o casal detalhou o crime e afirmou ter tirado a vida da criança após Larissa decidir que não queria ser mãe. A dupla foi presa em flagrante no último sábado (25).
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Ao pedir a manutenção da prisão, o Núcleo de Atuação perante a Central de Audiência de Custódia do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (NACAC/MPRJ) sustentou a necessidade da medida para garantir a ordem pública, a conveniência da instrução criminal e a aplicação da lei penal.
O juízo acolheu o pedido, destacando a gravidade concreta do crime, a crueldade da conduta atribuída aos investigados e o risco de interferência na produção de provas e nos depoimentos das testemunhas caso permanecessem em liberdade.
Na decisão, o juízo também indeferiu o pedido de prisão domiciliar formulado pela defesa de Larissa, por entender que não havia documentação médica suficiente para demonstrar a impossibilidade de ela receber tratamento no sistema penitenciário.

