O cantor Belo quitou a pendência restante do acordo firmado com o Ministério Público de São Paulo (MPSP) e colocou um ponto final na ação penal contra ele por suposta apropriação de itens de uma mansão alugada pelo artista e pela então esposa, Gracyanne Barbosa.
Belo, Gracyanne e Nelson Trajano de Ataíde foram denunciados pelo MP em julho de 2025, sob a acusação de terem se apropriado de itens da mansão.
Entre os objetos estariam uma máquina de lavar, avaliada em R$ 500; um filtro de água, avaliado em R$ 2 mil; um micro-ondas, avaliado em R$ 600; um telefone sem fio, avaliado em R$ 390; e um motor de hidromassagem, avaliado em R$ 3,7 mil. O episódio ocorreu em outubro de 2019.
Após a denúncia, Belo e Gracyanne firmaram um Acordo de Não Persecução Penal (ANPP) com o Ministério Público. O cantor cumpriu as condições previstas no acordo neste mês.
Conforme apurou a coluna, Belo chegou a atrasar o pagamento de uma das parcelas previstas no acordo, o que quase levou à rescisão do benefício e ao prosseguimento da ação penal.
Em decisão obtida pela coluna, a 12ª Vara Criminal da Barra Funda reconheceu o cumprimento do acordo e extinguiu a punibilidade do cantor.
“Cumprido o acordo de não persecução penal, conforme comprovante(s), julgo extinta a punibilidade de Marcelo Pires Vieira [Belo], nos termos do artigo 28-A, § 13, do Código de Processo Penal”, diz trecho da decisão.
Gracyanne cumpriu o acordo em abril, após quitar as parcelas previstas na ANPP.





Gracyanne Barbosa e Belo.
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O caso
Conforme mostrou a coluna do Metrópoles Fábia Oliveira, o Ministério Público denunciou o ex-casal e Nelson Trajano de Ataíde, que já faleceu. O caso teve início após os três, supostamente, se apropriarem de itens durante um contrato de locação.
Após anos de disputa, o Ministério Público propôs ao ex-casal que cada um arcasse com metade do prejuízo suportado pela vítima, David Maciel Filho.
O montante, de cerca de R$ 11,5 mil, corresponde ao valor dos itens dos quais os famosos teriam se apropriado indevidamente.

