O helicóptero apreendido durante a Operação Falsa Las Vegas e destinado à Polícia Civil de São Paulo poderá ser utilizado, entre outras coisas, para transportar órgãos destinados a transplantes no estado. Na decisão que autorizou o uso da aeronave, o Tribunal de Justiça do estado (TJSP) defendeu que a medida “evita que um patrimônio de elevado valor econômico permaneça inativo e sujeito à deterioração” durante a continuidade das investigações.







Helicóptero apreendido durante operação Falsa Las Vegas
Material cedido ao MetrópolesUma aeronave em nome de Eduardo Moreno Lopes foi apreendida
Material cedido ao MetrópolesSegundo os investigadores, o grupo operava uma estrutura clandestina de jogos de azar que utilizava plataformas digitais, fintechs, contas de passagem e laranjas para ocultar dinheiro e dificultar o rastreamento das operações financeiras
Material cedido ao MetrópolesCarros de luxo também foram apreendidos
Material cedido ao MetrópolesEm 2025, durante a Operação Falso Mercúrio, deflagrada em 4 de dezembro, a Polícia Civil de São Paulo apreendeu embarcações e carros avaliados em milhões de reais.
Material cedido ao MetrópolesDeflagrada em maio deste ano, a operação mirou um esquema bilionário de lavagem de dinheiro por meio de apostas e jogos de azar. Os agentes apreenderam o helicóptero Airbus EC130 T2, registrado em nome da empresa de um dos investigados.
A autorização aconteceu após um pedido da Polícia Civil com apoio do Ministério Público de São Paulo (MPSP). Além do transporte de órgãos, a aeronave poderá ser utilizada em missões de segurança pública, apoio operacional, transporte de medicamentos e ações de auxílio emergencial.
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A guarda dos veículos e do helicóptero é de responsabilidade da Polícia Civil, na condição de depositária. A corporação deverá conservar e realizar a manutenção dos bens. O uso é exclusivo em atividades institucionais e, periodicamente, a polícia deverá prestar contas ao Poder Judiciário.

