Falta de mão de obra, insumos e Capex elevado são os principais desafios para as companhias de saneamento no momento, segundo Brenno Machado, diretor da Acciona Brasil.
Apesar do cenário macroeconômico não ser favorável, Machado reiterou que a companhia vai garantir a universalização até 2033 nas áreas onde atua, conforme determina o marco legal aprovado em 2020.
O posicionamento foi feito durante o CNN Talks Infra Saneamento: A segunda metade do caminho até 2033, realizado na terça (15).
Novos leilões
Com quatro ativos no portfólio — no Paraná, Espírito Santo, Pernambuco e Paraíba –, Machado destacou que a Acciona continua com apetite para arrematar mais projetos.
“Tem alguns estados com concepções bastante interessantes pela frente. São Paulo é um deles. Haverá [projetos] ainda em Goiás e Rondônia”, afirmou.
O CNN Talks Infra Saneamento: A segunda metade do caminho até 2033 reuniu autoridades, empresários e especialistas para debater os principais gargalos e apontar caminhos do setor.
O evento teve como ponto de partida um dado preocupante: no ritmo atual, o país só alcançaria a universalização do saneamento em 2070 — 37 anos após o prazo estabelecido pela própria legislação, que prevê a meta para 2033.

