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Real Time: Flávio e Lula são rejeitados por 49% dos eleitores do RJ

Radar Olhar Aguçado(há cerca de 3 horas)
Real Time: Flávio e Lula são rejeitados por 49% dos eleitores do RJ

O atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparecem empatados no topo da lista de nomes mais rejeitados ao Palácio do Planalto pelo eleitorado fluminense, com 49% de rejeição cada, segundo pesquisa RealTime Big Data divulgada nesta terça-feira (28).

O levantamento, que permite múltiplas escolhas, reflete o teto eleitoral dos candidatos ao medir em quais nomes o eleitorado do Rio de Janeiro não votaria de maneira nenhuma.

Logo atrás de Lula e Flávio, o ex-deputado Cabo Daciolo (Mobiliza) soma 44% de menções negativas, descolando-se do restante dos candidatos testados na pesquisa.

Nomes da centro-direita e outras legendas apresentam índices menores, o que pode indicar espaço para crescimento de campanha. O ex-ministro Joaquim Barbosa (DC) e o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD-GO) registram 31% de rejeição cada.

Em seguida, aparece o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo-MG) com 29%, acompanhado por Renan Santos (Missão), que tem 26%, e pelo candidato Rui Costa Pimenta (PCO), que soma 25%.

Já em um cenário com opções menos conhecidas, Augusto Cury (Avante) tem 23%, seguido de perto por Hertz Dias (PSTU) e Samara Martins (UP), ambos com 22%, além de Leonardo Avalanche (PRTB) com 21%.

O índice mais baixo de rejeição é o de Edmilson Costa (PCB), que marca 19%.

Os eleitores fluminenses que dizem poder votar em todos os nomes somam 1%, mesmo percentual dos que não sabem ou não responderam.

Metodologia

A pesquisa foi realizada com recursos próprios do instituto e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-06074/2026.

A CNN Brasil utiliza ferramentas de inteligência artificial para extrair dados e gerar textos a partir dos relatórios dos institutos de pesquisas eleitorais. Todas as informações são checadas por jornalistas, e o texto final também passa por revisão da redação da CNN antes de ser publicado. Clique aqui para saber mais