Com a alta demanda no mercado imobiliário e uma nova forma de morar, os bairros planejados têm ganhado espaço com projetos que priorizam a infraestrutura como um diferencial, integrando moradia, comércio, serviços, lazer e áreas verdes em um único espaço.
Em Joinville (SC), o empreendimento Cidade das Águas, desenvolvido pelo Grupo CRH e pela Hurbana, prevê a construção de uma cidade-bairro em uma área de 250 mil m².
O projeto reúne edifícios residenciais, comércio, serviços, espaços culturais e de lazer, além de amplas áreas verdes, propondo um modelo de viver que concentra diferentes necessidades do dia a dia em um só lugar.
No espaço, uma parte do que será o projeto já está aberta ao público, incluindo um prédio corporativo com áreas comerciais e espaços gastronômicos, além de praça pública.
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1 de 10Imagem mostra projeção do empreendimento "Cidade das Águas"
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10 de 10Imagem mostra projeção aérea do empreendimento "Cidade das Águas"
A previsão da controladora é que o projeto, que já está em obras e tem prazo de entrega total estimado em 20 anos, gere cerca de R$ 7,2 bilhões de reais em vendas.
A primeira fase deve ser entregue no segundo semestre de 2029, após a conclusão da primeira fase, e chegada dos primeiros moradores.
Até o momento, já foram investidos cerca de R$ 700 milhões no empreendimento, mas a previsão é que esse valor chegue a R$ 3 bilhões. O montante faz parte do processo necessário para a construção e operação das obras, incluindo desapropriações e infraestrutura local.

O projeto é baseado na ideia da “cidade de 15 minutos”, onde os moradores podem fazer todas as tarefas diárias sem grandes deslocamentos, contando com toda a infraestrutura integrada no mesmo local.
Ao todo, serão três prédios residenciais, divididos em três segmentos, sendo os edifícios Arbo, Arium, e Nola, partindo de 38m² à 500m².
Ambos são desenvolvidos pelas incorporadoras Halsten e H. Marcato, e já estão em fase de comercialização, tendo algumas unidades já vendidas, segundo as empresas. Os preços partem de cerca de R$ 600 mil para as unidades mais básicas e podem chegar a R$ 10 milhões.
A infraestrutura elétrica será subterrânea, com os fios aterrados. Já para a segurança, o bairro contará com um sistema de monitoramento próprio, feito através de câmeras com reconhecimento facial.
