A polêmica Ferrari Luce chegou ao mercado chinês e, com preço equivalente a R$ 3,3 milhões de reais, o modelo de luxo vendeu as 88 unidades direcionadas ao país asiático.
Isso representa uma grande surpresa, pois a marca italiana de supercarros enfrenta participação de mercado reduzida no maior mercado automotivo do mundo. Além disso, também coincide com o surgimento de supercarros chineses como o Yangwang U9, que custa praticamente metade do valor.
Com mais de 1.000 cv de potência, a Ferrari Luce tem uma bateria de 122 kWh e, com isso, é possível ir de 0 a 100 km/h em apenas 2,5 segundos e chegar aos 200 km/h em 6,8 segundos.
A aceleração só para ao atingir os 310 km/h de velocidade máxima — um número superlativo considerando os 2.260 kg de peso. Por dentro, a Ferrari apostou em uma cabine mais tecnológica, com telas digitais, comandos físicos e sistema de som com 21 alto-falantes.

Outro ponto de destaque é que, mesmo elétrico, o Luce terá um sistema de som artificial criado pela própria Ferrari para manter parte da sensação esportiva ao dirigir. O motorista poderá ajustar a intensidade do som por meio dos modos de condução.

