O presidente francês, Emmanuel Macron, e a sua esposa, Brigitte, receberam o presidente dos EUA, Donald Trump, nesta quarta-feira (17), no Palácio de Versalhes, como parte dos esforços para melhorar as relações transatlânticas.
Macron e sua esposa cumprimentaram Trump nos degraus do palácio, antes dos três posarem para fotografias. “É lindo”, disse Trump.
O presidente dos EUA havia dito anteriormente que aceitou o convite de Macron para jantar em Versalhes, perto de Paris, porque era “um fã de lugares bonitos”.
“Versalhes não é folha de ouro. Versalhes é a coisa real”, disse Trump, falando na terça-feira na cúpula do G7 em Evian-les-Bains, perto da Suíça.
Jantar de líderes
Os líderes devem desfrutar de um menu francês simples e discreto, em um jantar oferecido pelo presidente francês, Emmanuel Macron, no Palácio de Versalhes.
Veja o que será servido, segundo informações da afiliada da CNN, BFMTV:
• Porco preto Bigorre como entrada
• Aspargos do Vale do Loire
• Aves da região de Bourbonnais
• Seleção de queijos “de nossas regiões”
• Torta de chocolate
Trump reiterou sua satisfação com o convite na quarta-feira, dizendo: “Esta noite, aguardo com expectativa um jantar muito especial com o presidente Macron e sua fabulosa esposa no Palácio de Versalhes… é um palácio belíssimo, talvez o mais belo de todos.”
As relações de Trump com seus homólogos europeus têm sido tensas nos últimos anos, em questões que vão desde tarifas até a guerra com o Irã e a Ucrânia. Mas ambos os lados afirmaram que a cúpula do G7 transcorreu bem, em particular com uma declaração conjunta acordada sobre a Ucrânia.
O Palácio de Versalhes foi concebido desde o início como um cenário deslumbrante para projetar o poder e a majestade da monarquia francesa, especialmente por Luís XIV, que supervisionou sua construção e transferiu seu corte para lá no final do século XVII.
Séculos depois, a França é agora uma república e os presidentes franceses ainda usam Versalhes para impressionar.
“Em qualquer relação entre líderes, seja Xi Jinping (presidente chinês), Putin (presidente russo) ou Macron, é importante estar em boas graças com o presidente americano”, disse Jeffrey Hawkins, ex-diplomata americano e especialista em relações franco-americanas.
“E uma maneira de fazer isso é recebê-lo bem, dar-lhe as boas-vindas de uma forma que o faça sentir-se acolhido, importante e respeitado”, afirmou.
Conforme Trump se aproximava do palácio, um número específico de pessoas formou-se fila para ver a passagem de sua comitiva.
(Com informações de Steve Holland, da Reuters)

