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Trabalhamos para que impacto da guerra no turismo seja mínimo, diz ministro

Radar Olhar Aguçado(há cerca de 2 horas)
Trabalhamos para que impacto da guerra no turismo seja mínimo, diz ministro

O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, afirmou nesta quarta-feira (27), em entrevista à CNN, que o governo federal trabalha para reduzir ao máximo os impactos da guerra no Oriente Médio sobre o turismo brasileiro.

Segundo ele, o governo adotou medidas rápidas para conter os impactos, como a redução do piso do querosene de aviação e do diesel. “A gente tem trabalhado para que [o reflexo da guerra] seja o mínimo possível”, afirmou.

De acordo com o chefe da pasta, mesmo durante conflito, o Brasil seguiu com aumentos no setor do turismo. “[O ano de] 2025 realmente foi um ano extraordinário para o turismo brasileiro e começamos 2026 nesse mesmo sentido, batendo recorde atrás de recorde”, disse o ministro.

Feliciano ressaltou que o país alcançou o maior número de turistas estrangeiros da série histórica no primeiro trimestre de 2026 e também registrou recorde no fluxo de passageiros domésticos nos primeiros quatro meses do ano. Além disso, segundo o ministro, os gastos de turistas internacionais no Brasil já somam R$ 20 bilhões em 2026.

O ministro também avaliou que o Brasil pode se beneficiar como destino alternativo para turistas estrangeiros que evitam regiões afetadas por conflitos.

“Esperamos que isso se resolva logo, mas não deixamos de trabalhar as oportunidades para colher frutos do turismo”, disse. “A gente também pode enxergar como um destino para alternativa desses turistas e estrangeiros que tinham como destino um dos locais de conflito”, declarou em entrevista.

Esta semana, o chefe da pasta cumpre agenda oficial na China, para tratar do turismo entre os países. Feliciano destacou o potencial do mercado chinês para o turismo brasileiro. Segundo ele, o governo aposta na política de isenção de vistos para viagens de curta duração como estratégia para ampliar a entrada de visitantes chineses no país.

O ministro afirmou ainda que o governo federal negocia com a companhia aérea China Eastern a possibilidade de um voo para o Brasil com apenas uma parada técnica. De acordo com Feliciano, mesmo antes da isenção de vistos, o número de turistas chineses cresceu 35% entre 2024 e 2025.

*Sob supervisão de Mayara da Paz

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