O governo anunciou nesta quarta-feira (13) o fim da conhecida “taxa das blusinhas”. Sendo assim, todas as compras internacionais que tenham como valor total até US$ 50 voltam a estar isentas de cobranças ou sobretaxas da Receita Federal.
A medida foi oficializada como Medida Provisória (MP) e assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com aval do Ministério da Fazenda.
Importante notar que a isenção de tributos federais exigidos a mais começa a valer apenas para compras realizadas por pessoas físicas. Além disso, os valores estaduais do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) continuam a ser tributados na hora da comercialização.
Diferentemente do ano em que começou a entrar em vigência, atualmente o preço máximo da compra — US$ 50 — equivale a aproximadamente R$ 245.
Veja quatro e-commerces para aproveitar o fim da “taxa das blusinhas”
Shein

Amada pelos consumidores online, a Shein pode oficialmente voltar a ser uma das mais utilizadas pelos brasileiros. Dentro do website, é possível fazer compras de lojas em todo o mundo.
Dentre os produtos mais comercializados estão: acessórios, peças de roupa, decorações para casa e sapatos. Além de os internautas poderem acrescentar figurinos diversos aos guarda-roupas, também é possível adquirir maquiagens com a linha extensa da SheGlam.
O preço dos produtos costuma variar entre R$ 10 e R$ 300, atendendo ao poder aquisitivo de todos os clientes.
Cider

Similar à Shein, a Cider também apresentou uma queda de compradores durante o período em que a “taxa das blusinhas” esteve ativa.
Divergindo da moda apresentada pelo e-commerce anterior, a marca de fast fashion busca trazer peças com tecidos mais pesados e similares à estética de lojas europeias. Com uma parte dedicada às promoções, a loja virtual tem foco em acessórios, peças de roupa e sapatos.
Os valores dos artigos costumam variar entre R$ 60 e R$ 300, e as coleções são atualizadas por estação.
Shopee

Com foco em decorações, itens úteis para o dia a dia e dispositivos eletrônicos variados, a Shopee não tem como objetivo central o comércio de produtos por preços baixos.
Embora não seja o intuito da plataforma, também há a comercialização de maquiagens, óculos de sol e peças de vestuário — incluindo roupas com estampas dedicadas a celebridades ou esportes.
Nos últimos anos, com a queda das compras internacionais por conta da taxação extra, a empresa também começou a desenvolver uma base consolidada no Brasil. No site, os preços costumam variar entre R$ 5 e R$ 350.
AliExpress

Um dos mais antigos do mercado digital, o AliExpress oferta grande parte dos produtos de massa produzidos em larga escala em países da Ásia.
Dentro do portal também podem ser encontradas roupas, toalhas, objetos para casa e eletrônicos, incluindo relógios, aquecedores, tablets e air fryers. Os valores partem de R$ 5,99 e podem chegar a cerca de R$ 400.
*Sob supervisão de Ana Beatriz Dias, da CNN Brasil
Taxa para compras de até US$ 50 não incidirá sobre medicamentos

