O Google anunciou recentemente os Googlebooks, novos notebooks que pretendem mudar a forma como os usuários interagem com os seus dispositivos. Contudo, isso levanta questões — ainda “ontem” a companhia vendia os Chromebooks, afinal de contas.
Ainda que os aparelhos não tenham uma data prevista para chegar ao Brasil, a companhia trabalha em parceria com a Dell, ASUS, HP, Acer e Lenovo para a chegada dos produtos no mês de outubro. Como todas elas atuam fortemente no país, não deve demorar para ver os notebooks nas lojas.
Dito isso, é muito importante saber quais são os grandes diferenciais de cada produto, até para não “comprar gato por lebre”. Como cada um deles segue padrões distintos, o consumidor precisa estar atento para evitar erros e adquirir justamente algo diferente do que necessitava.
Veja quais são as 6 principais diferenças entre os Googlebooks e os Chromebooks, assim como qual a ideia do Google para cada um deles:
6. Proposta dos dispositivos
O primeiro passo para compreender o que separa os Googlebooks e os Chromebooks é a ideia de cada um. Lançados em 2011, os Chromebooks são modelos produzidos para o segmento custo-benefício e apoiam estudantes e usuários comuns — que desejam apenas usar apps básicos e navegadores.
Contudo, os Googlebooks já entram na indústria como uma linha premium. Isso significa a presença de componentes de ponta, revestimento reforçado e um grande destaque para as inteligências artificiais com uso local. Na prática, esse é o objetivo dos novos notebooks do Google.
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5. Foco em IA
Para a companhia, todos os usuários precisarão ter um dispositivo que rode uma IA localmente. Com a presença de CPUs Intel Core Ultra Series 3 e Snapdragon (que possuem chips dedicados com NPUs), todos os modelos poderão atuar diretamente com os consumidores — sem a necessidade de apelar para a nuvem ou a conexão à internet.
Além desta intenção, há outra incluída no pacote: reforçar a importância do Gemini, a inteligência artificial da corporação. Com a disputa entre ela e softwares como o ChatGPT, Claude, Copilot e outros, trazê-la ao destaque mostra o quanto eles desejam emplacar a sua múltipla utilização.
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4. Design
Por fora, é notável a diferença entre os Chromebooks e os Googlebooks. Os primeiros não possuem o ícone iluminado que marca os novos produtos, assim como não carregam o logo da linha. Nos antigos notebooks, por fora você encontrava escrito o nome do aparelho — o que não existe agora. Também é perceptível, nos botões, a presença de acesso rápido ao Gemini.
Contudo, seu revestimento também diz o que precisa saber sobre cada um. Os Chromebooks eram conhecidos por seu chassi de plástico, teclado com qualidade mediana e displays menos potentes. Já os novos podem contar com uma carcaça de alumínio e fibra de carbono, tela OLED e outras melhorias.
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3. Sincronia com dispositivos inteligentes
Um dos grandes destaques dos Googlebooks é o uso do sistema Android, para que o usuário tenha uma facilidade maior para sincronizar documentos, apps e atividades entre todos os dispositivos de sua casa. Quer começar um trabalho no tablet e terminar no notebook? É possível.
A proposta do Google é reforçar a presença de um ecossistema, da mesma forma como vemos outras marcas como Samsung e Apple. Deste modo, você se verá dentro de uma plataforma só e terá mais facilidades caso transite entre os aparelhos — em vez de contar com o apoio de softwares externos.
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2. Recursos e software
Enquanto os Chromebooks tinham um sistema próprio, o ChromeOS, os Googlebooks utilizam o Android (assim como seu smartphone e outros smart devices). O novo aparelho também permite o uso de tela touch e é compatível com uma grande parte dos aplicativos da Google Store. Muitos deles, inclusive, agora têm suporte para o formato desktop.
Enquanto os antigos eram apenas dispositivos comuns, os atuais também contam com recursos como o Magic Pointer — com interação direta com o Gemini — e ferramentas que transformam fala em texto, criam widgets e auxiliam os usuários de formas distintas e de acordo com as necessidades atuais do mercado.
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1. Preço
Obviamente, os preços são um grande diferencial, já que os Chromebooks tinham como o principal objetivo oferecer opções custo-benefício aos usuários. Mesmo com alguns modelos mais caros, eles circulavam a partir de US$ 150.
No entanto, com os Googlebooks você verá um lançamento premium. O mais barato pode ser encontrado a partir de US$ 899, logo a expectativa é que não haja modelos econômicos em um futuro breve. Na prática, estes exigirão que abra mais a carteira.
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As diferenças entre Chromebooks e Googlebooks
Vale notar que estes são apenas detalhes iniciais da sua etapa de lançamento, com novas funções e recursos que podem ser adicionados em atualizações — ou com a chegada de componentes mais poderosos no mercado.
Entenda como funciona o novo sistema operacional dos Googlebooks, assim como pode conferir as principais diferenças entre os novos notebooks:
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Preço
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Recursos e software
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Sincronia com dispositivos inteligentes
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Design
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Foco em IA
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Proposta dos dispositivos
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