O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) atualizou o e-Título para as Eleições 2026. O aplicativo substitui o título de eleitor impresso e serve como documento oficial nas urnas para quem tem biometria cadastrada.
A nova versão reúne funções que antes exigiam outras plataformas da Justiça Eleitoral e reforça a segurança do documento digital, segundo o TSE.
O primeiro turno acontece em 4 de outubro, com eventual segundo turno em 25 de outubro, e o TSE recomenda baixar e atualizar o app com antecedência para evitar instabilidade perto do pleito.
Novas funções chegam ao aplicativo
O TSE incorporou ao e-Título uma série de recursos que antes estavam espalhados por outras plataformas da Justiça Eleitoral:
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Acompanhamento de solicitações do Título Net agora aparecem direto no app, pela aba "Mais opções";
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Emissão de certidão de filiação partidária em duas versões, Simples e Histórico, disponível apenas para quem tem cadastro validado por conferência biométrica;
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Código de autenticação temporário, liberado somente após reconhecimento facial por vídeo-selfie;
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Sincronização ativa, que atualiza dados biográficos e biométricos automaticamente, sem exigir reinstalação do app em caso de mudança de nome ou estado civil;
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Leitura de QR Code para validar a autenticidade de certidões eleitorais, como as de quitação e de crimes eleitorais;
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Fluxo de justificativa de ausência redesenhado, com opção por geolocalização no dia da votação ou envio de anexos depois do pleito;
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Pagamento de multas eleitorais pelo PagTesouro, via Pix ou cartão de crédito;
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Módulo Boletim na Mão integrado ao app, com opção de compartilhar vários boletins de urna ao mesmo tempo;
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Pedido de descadastramento de mesário voluntário, com inativação imediata do cadastro.
O e-Título é gratuito e está disponível para Android e iOS. O TSE recomenda manter as atualizações automáticas ativadas para receber correções e melhorias de segurança.
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Documento vale apenas para quem tem biometria
O e-Título funciona como documento único de identificação na seção eleitoral, mas essa validade depende do cadastro biométrico, processo em que a Justiça Eleitoral coleta impressões digitais, fotografia e assinatura.
Quem ainda não fez a biometria precisará apresentar outro documento oficial com foto nas eleições deste ano, já que o prazo para o cadastramento terminou em maio e o serviço foi suspenso. Segundo a Agência Senado, o eleitor só poderá se cadastrar depois do pleito, em novembro.
Dados do TSE, citados pela Agência Senado, indicam que 88,78% do eleitorado já tem biometria cadastrada, cerca de 140 milhões dos 158 milhões de eleitores no país.
O título impresso continua válido, mas não substitui um documento com foto, já que não conta com esse recurso. Também são aceitos RG, CNH, passaporte, carteira de trabalho, certificado de reservista e carteira de categoria profissional reconhecida por lei, mesmo vencidos. Certidões de nascimento ou casamento não valem como identificação.
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