O setor da construção civil ganhou um reforço tecnológico importante para resolver a escassez de mão de obra qualificada. O robô WLTR, pronunciado como “Walter”, assume a tarefa pesada e repetitiva em canteiros de obras e promete acelerar a edificação de residências.
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A máquina necessita do comando de apenas um supervisor humano e opera sob qualquer condição climática. Em apenas uma hora, o dispositivo entrega o equivalente ao esforço coordenado de cinco pedreiros e um ajudante.
O sistema dispensa o uso de andaimes e traz todos os projetos arquitetônicos salvos na memória interna. Para iniciar a atividade, o WLTR precisa receber paletes de tijolos e exige apenas que a primeira camada da estrutura esteja pronta.
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A precisão do alinhamento atinge uma margem de erro de somente dois milímetros, marca que raros profissionais humanos alcançam no cotidiano. Além disso, a tecnologia substitui a massa de cimento tradicional por uma cola especial.
Essa mudança reduz o impacto ambiental de forma drástica. A fabricação e o uso de cimento respondem por cerca de 6% das emissões globais de dióxido de carbono, poluente que o novo método ajuda a evitar no planeta.
A novidade surge em um momento estratégico para o Reino Unido, onde o governo planeja construir mais de um milhão de novas moradias. Os desenvolvedores também enxergam a automação como um caminho para atrair o interesse de jovens.
A função de operador de máquinas desperta a atenção das novas gerações devido à semelhança com a experiência de jogos de computador. O formato reduz o esforço braçal e transforma a dinâmica nos canteiros.
Abaixo, é possível conferir o vídeo com o equipamento em ação durante os testes reais de montagem de estruturas.
Enquanto esse robô mostra destreza na construção civil, o setor de robótica ainda passa por desafios. Em uma situação totalmente diferente, um humanóide teve dificuldades em uma apresentação e "desmaiou" ao tentar imitar passos de Michael Jackson.
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