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Antonio Rattín, ex-jogador e ídolo do Boca Juniors, morre aos 89 anos

Metrópoles(há cerca de 1 hora)
Antonio Rattín, ex-jogador e ídolo do Boca Juniors, morre aos 89 anos

O ex-jogador argentino e ídolo do Boca Juniors, Antonio Ubaldo Rattín, morreu, neste sábado (11/7), aos 89 anos.

Rattín defendeu a equipe argentina entre os anos de 1956 e 1970. Com a camisa do Boca, entrou em campo 382 vezes e marcou 28 gols com o Xeneize, único time em que jogou durante toda sua carreira como jogador.

Após encerrar a carreira, Rata, como era apelidado, treinou o time na temporada de 1980. Em razão de sua história no clube, o Boca Juniors chegou a inaugurar uma estátua dele no estádio La Bombonera.

Nas redes sociais, o perfil do time argentino postou uma mensagem de homenagem ao ex-jogador.

“Rattín sempre foi um de nós e amo essas cores que foram as únicas que defendeu durante toda sua carreira. Um líder, um argentino e um ‘Bostero’ de toda a vida. Vamos sentir sua falta, Rata querido.”

O ex-jogador também defendeu a seleção da Argentina e chegou a disputar as Copas do Mundo de 1962 e 1966, quando foi, inclusive, o capitão da Albiceleste.

No Mundial de 1966, Rattín protagonizou um dos momentos que mudaram a história do futebol. Na ocasião, Rata reclamou com o árbitro alemão Rudolf Kreitlein na partida entre Argentina e Inglaterra, daquele ano.

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3 de 3PA Images via Getty Images

Devido a reclamação, o árbitro expulsou o jogador – à época de forma verbal, uma vez que ainda não havia o uso de cartões. No entanto, Rattín se recusou a deixar o gramado, ficando mais dez minutos discutindo com o árbitro.

A partir dessa confusão, o sistema de cartões amarelos e vermelhos foi introduzido na Copa do Mundo seguinte, em 1970, no México.