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Conheça 8 games criados no Amapá para jogar de graça na Expofeira 2026

Radar Olhar Aguçado(há cerca de 2 horas)

JogaFeira conta com games gratuitos amapaenses. Foto: Isadora Pereira/Rede Amazônica AP

Quem passa pela Expofeira 2026, no Parque de Exposições da Fazendinha, em até 16 de agosto, pode pegar o controle e testar de graça vários jogos produzidos no Amapá. A 2ª edição da JogaFeira transformou o espaço em uma grande sala de jogos independentes, onde a ideia é sentar, jogar e descobrir o que a cena local está produzindo.

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Ao todo, o público encontra 11 games disponíveis nas telas. Oito foram feitos do zero por desenvolvedores locais, que atuam como programadores, desenhistas e roteiristas, e três são de convidados de fora do estado (Rio de Janeiro, Ceará e Distrito Federal).

De acordo com o diretor do Coletivo Game Dev Amapaense, Leonardo Ferreira, o evento busca dar visibilidade e estimular o mercado local.

“A JogaFeira é um evento que é uma vitrine para os desenvolvedores do estado exporem seus jogos. Esse ecossistema está crescendo. Antes não existia nada, agora existe um grupo que quer fomentar esses desenvolvedores aqui”, afirma Leonardo.

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Diretor do Coletivo Game Dev Amapaense, Leonardo Ferreira. Foto: Isadora Pereira/Rede Amazônica AP

Ele destaca ainda a importância de apresentar a produção local para os visitantes da feira

“A gente tenta fazer o contato com o público amapaense para ver que os jogos não precisam ser só diversão. Existem jogos feitos aqui no estado e que podem ser a profissão do futuro”, pontua.

Para transformar a visita em uma jornada, a organização entrega um “cartão-passaporte” para quem entra no espaço.

A cada game testado em uma das estações, o visitante ganha um carimbo no papel. Ao completar o circuito e testar os títulos da feira, o jogador troca a cartela cheia por brindes como broches e pôsteres colecionáveis ilustrados por artistas amapaenses.

JogaFeira conta com games gratuitos amapaenses.
Jogadores podem adquirir pôsteres colecionáveis na feira. Foto: Isadora Pereira/Rede Amazônica AP

Mudar a cor para mudar o tempo

Um dos títulos que mais chamam a atenção de quem passa pelo estande é o Cromalis, feito em dupla pelo casal Naylla Tenório e pelo programador Luis Sérgio.

No jogo, o mundo perdeu todas as cores e ficou em um cinza absoluto. Para devolver a vida ao cenário, o jogador precisa subir os andares de uma torre cheia de desafios.

“A gente se inspirou bastante no clássico Portal, que exige raciocínio para mover caixas e passar de fase. Usamos a paleta de cores para dar poderes ao personagem: o amarelo faz correr mais rápido, o magenta congela objetos no tempo e o ciano dá superpulos”, conta Naylla.

Jogadores podem adquirir pôsteres colecionáveis na feira. Foto: Isadora Pereira/Rede Amazônica AP

Leia também: Jogo criado por amapaense mistura rotina e terror: Bob’s Fears

Além do universo colorido de Cromalis, quem passa pelos controles encontra experiências para todos os gostos e idades:

  • Para quem gosta de mistério: títulos como Limbo Noir e Bob’s Fears apostam em atmosferas sombrias e desafios de suspense.
  • Para quem prefere ação rápida: games como VoidWorld, Outcity e Tellus 505 colocam o jogador no meio de combates, cenários futuristas e exploração espacial.
  • Para partidas mais leves: jogos como Date Colors e Blissaster trazem mecânicas focadas em estilo visual e raciocínio direto.

Demais jogos amapaenses:

VoidWorld – Yris (Ação e ficção científica)
Em um “mundo morto”, o jogador explora o Vazio em busca de segredos. A dinâmica principal exige absorver poderes elementais para sobreviver aos perigos do cenário.

Game VoidWorld – Yris. Foto: Reprodução/Internet

Outcity – Vinicius Aguiar (Exploração urbana)
O jogo acompanha quem decide trocar o estresse da cidade pela vida no campo. A missão é transformar terras selvagens e intocadas em um novo lar.

Game Outcity – Vinicius Aguiar. Foto: Reprodução/Internet

Date Colors – Anna Guedes (Estilo visual e cores)
Com visual marcante, o título usa paletas de cores expressivas como elemento central. A estética guia a atmosfera da história e as interações do jogador.

Game Date Colors – Anna Guedes. Foto: Reprodução/Internet

Tellus 505 – SmockingCrow (Sobrevivência e espaço)
O jogador investiga o mistério da extinção de uma antiga civilização controlando dois personagens ao mesmo tempo: um focado em combate e outro em quebra-cabeças.

Tellus 505 – SmockingCrow. Foto: Reprodução/Internet

Bob’s Fears – Irado Company (Aventura e suspense)
Aventura de suspense e terror cômico onde a rotina se torna um pesadelo. Ao se mudar por causa do trabalho, o protagonista Bob descobre que a nova cidade é habitada por monstros.

Tellus 505 – SmockingCrow. Foto: Reprodução/Internet

Blissaster – Rat in a Cup (Estratégia e ação)
Mistura de estratégia e ação que exige decisões rápidas. O desafio é gerenciar recursos e posicionar defesas em cenários intensos para conter grandes desastres.

Blissaster – Rat in a Cup. Foto: Reprodução/Internet

Limbo Noir – Luis Sérgio (Mistério em tom sombrio)
No papel de um detetive em um clássico cenário noir, o jogador explora ambientes sombrios, junta pistas e interroga suspeitos para solucionar um crime.

Limbo Noir – Luis Sérgio. Foto: Reprodução/Internet

Convidados de fora:

  • Jiga no Mezame: Autism Core – Gabrielle Hensley (Narrativa e conscientização)
  • Ritmania – Igor Carneiro (Desafio de ritmo musical)
  • Dream Delirio’s – Felipe Borges (Plataforma e sonho)

*Por Isadora Pereira, Rede Amazônica Amapá

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