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Lula me pediu para não tomar lado nas eleições no Brasil, diz Trump

Radar Olhar Aguçado(há cerca de 1 hora)

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta 5ª feira (29.out.2026) que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediu a ele que não tomasse partido nas eleições presidenciais brasileiras. Segundo o republicano, essa foi a razão para não ter se posicionado sobre a disputa, que voltou a chamar, sem apresentar provas, de “estranha”.

“Não quero comentar isso agora, mas achei que a eleição foi um grande constrangimento para o povo brasileiro. Acompanhei a eleição. Não tomei partido. Deixei as coisas seguirem seu curso. O presidente — o atual presidente — me pediu para não tomar partido. E eu não tomei”, declarou Trump a jornalistas.

Assista (45s):

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🇺🇸O presidente dos Estados Unidos Donald Trump disse nesta 5ª feira (29.out.2026) que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediu a ele que não tomasse partido nas eleições presidenciais brasileiras. Segundo o republicano, essa foi a razão para não ter se posicionado sobre a disputa, que voltou a chamar, apresentar provas, de “estranha”.

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— Poder360 (@Poder360) October 29, 2026

Trump disse que conversará com Lula, mas não respondeu se reconhece a vitória do petista. Em sua fala, voltou a criticar o processo eleitoral brasileiro, classificou a votação como “vergonhosa” e citou reações no mercado financeiro.

“Mas, ao observar o que aconteceu no Brasil… bem, basta olhar para o mercado. O mercado despencou. Enfim, achei que foi uma situação muito vergonhosa para o Brasil”, afirmou.

FLÁVIO NOS EUA

Trump tem evitado apoiar a declaração do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de que seria o “verdadeiro presidente” do Brasil. Questionado por jornalistas, disse não querer se pronunciar sobre o caso.   

Em discurso divulgado em redes sociais, o candidato derrotado no 2º turno das eleições presidenciais de domingo (25.out) afirmou, em 1ª versão, ser o “verdadeiro presidente eleito”. Uma hora depois, alterou o texto e declarou-se “líder do Brasil”.   

A declaração se deu no mesmo dia em que Flávio e sua família desembarcaram em Miami, depois de fugirem do Brasil. O senador cruzou a fronteira com a Argentina na noite de 3ª feira (27.out) e embarcou em um avião privado em Puerto Iguazú, com escala no Equador, antes de chegar aos EUA.

Flávio deixou o país 1 dia depois de ser intimado pela Polícia Federal a entregar os passaportes comum e diplomático. A determinação foi emitida pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. O magistrado proibiu o congressista de deixar o território brasileiro. Leia a linha do tempo do caso aqui.

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