O Senado terá uma nova composição a partir de 2027, depois que os eleitores escolheram 54 dos 81 senadores nas eleições de domingo (4.out.2026). Os eleitos terão mandato de 8 anos, até 2035, e se juntarão aos 27 senadores eleitos em 2022, que têm mandato até 2031.
O PL terá a maior bancada da Casa, com 28 senadores. O partido elegeu 19 nomes no domingo (4.out), que se somarão aos 9 que já têm mandato até 2031. O PT terá 9 senadores e o MDB, 8. União Brasil e PP terão 6 cada. O Republicanos terá 5.
A composição ainda pode mudar antes da posse, em 1º de fevereiro de 2027. Alan Rick (Republicanos-AC), Omar Aziz (PSD-AM) e Professora Dorinha Seabra (União-TO), que têm mandato até 2031, disputam o 2º turno para governador em seus Estados. Se forem eleitos, deixarão as cadeiras para os suplentes.
Cleitinho (Republicanos-MG) e Sergio Moro (PL-PR), também eleitos à Casa Alta em 2022, foram escolhidos para os governos de Minas Gerais e Paraná, respectivamente. Com isso, Alex Diniz (PL) assumirá a vaga de Cleitinho, enquanto Luis Felipe Cunha (União) ocupará a cadeira de Moro.
Há ainda uma situação judicial no Paraná. Deltan Dallagnol (Novo) foi eleito para uma das duas vagas do Estado, mas sua candidatura está sub judice no Tribunal Superior Eleitoral. Uma eventual decisão sobre o registro poderá alterar a composição da bancada paranaense.
Em ordem alfabética
- Alan Rick (Republicanos-AC) –pode sair caso seja eleito governador do Acre;
- Alex Diniz (PL-MG) –na vaga de Cleitinho;
- Alexandre Guimarães (MDB-TO);
- André do Prado (PL-SP);
- André Fufuca (PP-MA);
- Arthur Lira (PP-AL);
- Astronauta Marcos Pontes (PL-SP);
- Beto Faro (PT-PA);
- Bia Kicis (PL-DF);
- Bruno Scheid (PL-RO);
- Camilo Santana (PT-CE);
- Capitão Contar (PL-MS);
- Carlos Bolsonaro (PL-SC);
- Carlos Jordy (PL-RJ);
- Carlos Portinho (PL-RJ);
- Carol de Toni (PL-SC);
- Chicão (União Brasil-PA);
- Cid Gomes (PSB-CE);
- Damares Alves (Republicanos-DF);
- Davi Alcolumbre (União Brasil-AP);
- Delegado Alessandro (MDB-SE);
- Deltan Dallagnol (Novo-PR) –candidatura sub judice no TSE;
- Domingos Sávio (PL-MG);
- Dr. Hiran (PP-RR);
- Eduardo Braga (MDB-AM);
- Eduardo Gomes (PL-TO);
- Efraim Filho (PL-PB);
- Evair de Melo (Republicanos-ES);
- Fernando Máximo (PL-RO);
- Filipe Barros (PL-PR);
- Gracinha Caiado (União Brasil-GO);
- Guilherme Derrite (PP-SP);
- Gustavo Gayer (PL-GO);
- Hamilton Mourão (Republicanos-RS);
- Helder Barbalho (MDB-PA);
- Humberto Costa (PT-PE);
- Jaime Bagattoli (PL-RO);
- Jaques Wagner (PT-BA);
- João Azevêdo (PSB-PB);
- Jorge Seif (PL-SC);
- Júlio César (PSD-PI);
- Jussara Lima (PSD-PI);
- Lahesio Bonfim (Novo-MA);
- Laércio Oliveira (PP-SE);
- Lourdinha Pereira (PSB-MA);
- Lucas Barreto (PSD-AP);
- Luis Felipe Cunha (União Brasil-PR) –na vaga de Sergio Moro;
- Luizianne Lins (Rede-CE);
- Magno Malta (PL-ES);
- Mara Rocha (Republicanos-AC);
- Marcel Van Hattem (Novo-RS);
- Marcelo Castro (MDB-PI);
- Marcio Bittar (PL-AC);
- Marina JHC (PSDB-AL);
- Marília Arraes (PDT-PE);
- Marília Campos (PT-MG);
- Mauro Mendes (União Brasil-MT);
- Michelle Bolsonaro (PL-DF);
- Nicoletti (PL-RR);
- Omar Aziz (PSD-AM) –pode sair caso seja eleito governador do Amazonas;
- Otto Alencar (PSD-BA);
- Plínio Valério (PSDB-AM);
- Professora Dorinha Seabra (União Brasil-TO) –pode sair caso seja eleita governadora do Tocantins;
- Rayssa Furlan (Podemos-AP);
- Reinaldo Azambuja (PL-MS);
- Renan Filho (MDB-AL);
- Renato Casagrande (PSB-ES);
- Rogério Carvalho (PT-SE);
- Rogério Marinho (PL-RN);
- Romário (sem partido-RJ);
- Rui Costa (PT-BA);
- Samanda de Lula (PT-RN);
- Sanderson (PL-RS);
- Styvenson Valentim (Podemos-RN);
- Teresa Leitão (PT-PE);
- Teresa Surita (MDB-RR);
- Tereza Cristina (PP-MS);
- Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB);
- Wellington Fagundes (PL-MT);
- Wilder Morais (PL-GO);
- Zé Medeiros (PL-MT).
Por unidade da Federação
- Acre (AC): Alan Rick (Republicanos), Marcio Bittar (PL) e Mara Rocha (Republicanos);
- Alagoas (AL): Renan Filho (MDB), Arthur Lira (PP) e Marina JHC (PSDB);
- Amapá (AP): Davi Alcolumbre (União Brasil), Rayssa Furlan (Podemos) e Lucas Barreto (PSD);
- Amazonas (AM): Omar Aziz (PSD), Eduardo Braga (MDB) e Plínio Valério (PSDB);
- Bahia (BA): Otto Alencar (PSD), Rui Costa (PT) e Jaques Wagner (PT);
- Ceará (CE): Camilo Santana (PT), Cid Gomes (PSB) e Luizianne Lins (Rede);
- Distrito Federal (DF): Damares Alves (Republicanos), Michelle Bolsonaro (PL) e Bia Kicis (PL);
- Espírito Santo (ES): Magno Malta (PL), Renato Casagrande (PSB) e Evair de Melo (Republicanos);
- Goiás (GO): Wilder Morais (PL), Gustavo Gayer (PL) e Gracinha Caiado (União Brasil);
- Maranhão (MA): Lourdinha Pereira (PSB), André Fufuca (PP) e Lahesio Bonfim (Novo);
- Mato Grosso (MT): Wellington Fagundes (PL), Mauro Mendes (União Brasil) e Zé Medeiros (PL);
- Mato Grosso do Sul (MS): Tereza Cristina (PP), Reinaldo Azambuja (PL) e Capitão Contar (PL);
- Minas Gerais (MG): Alex Diniz (PL), Domingos Sávio (PL) e Marília Campos (PT);
- Pará (PA): Beto Faro (PT), Helder Barbalho (MDB) e Chicão (União Brasil);
- Paraíba (PB): Efraim Filho (PL), João Azevêdo (PSB) e Veneziano Vital do Rêgo (MDB);
- Paraná (PR): Luis Felipe Cunha (União Brasil), Filipe Barros (PL) e Deltan Dallagnol (Novo);
- Pernambuco (PE): Teresa Leitão (PT), Humberto Costa (PT) e Marília Arraes (PDT);
- Piauí (PI): Jussara Lima (PSD), Marcelo Castro (MDB) e Júlio César (PSD);
- Rio de Janeiro (RJ): Romário (sem partido), Carlos Portinho (PL) e Carlos Jordy (PL);
- Rio Grande do Norte (RN): Rogério Marinho (PL), Styvenson Valentim (Podemos) e Samanda de Lula (PT);
- Rio Grande do Sul (RS): Hamilton Mourão (Republicanos), Sanderson (PL) e Marcel Van Hattem (Novo);
- Rondônia (RO): Jaime Bagattoli (PL), Fernando Máximo (PL) e Bruno Scheid (PL);
- Roraima (RR): Dr. Hiran (PP), Nicoletti (PL) e Teresa Surita (MDB);
- Santa Catarina (SC): Jorge Seif (PL), Carol de Toni (PL) e Carlos Bolsonaro (PL);
- São Paulo (SP): Astronauta Marcos Pontes (PL), Guilherme Derrite (PP) e André do Prado (PL);
- Sergipe (SE): Rogério Carvalho (PT), Delegado Alessandro (MDB) e Laércio Oliveira (PP);
- Tocantins (TO): Professora Dorinha Seabra (União Brasil), Eduardo Gomes (PL) e Alexandre Guimarães (MDB).
