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“Lulinha virou craque dos negócios”, diz Rogério Marinho

Radar Olhar Aguçado(há cerca de 2 horas)
“Lulinha virou craque dos negócios”, diz Rogério Marinho

O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador-geral da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência, usou seu perfil no X na 3ª feira (25.ago.2026) para criticar Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho primogênito do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Marinho compartilhou uma reportagem do Poder360 sobre Lulinha morar em um condomínio de alto padrão no bairro La Moraleja, em Madri (Espanha), onde também ficam as mansões dos jogadores de futebol Vini Júnior e Rodrygo Goes, do Real Madrid. O senador também publicou uma imagem feita com inteligência artificial que mostra o filho de Lula na Plaza Mayor, um dos principais pontos turísticos da capital espanhola.

Na legenda da publicação, o senador declarou o seguinte: “Lulinha virou craque dos negócios: de Atibaia a Madrid, o padrão PT não falha. Enquanto o povo aperta o cinto, a família presidencial circula no luxo. Corrupção muda de endereço, mas o método continua”.

Lulinha iniciou seu processo de saída do Brasil em 2024. Radicou-se no país europeu em definitivo com a mulher e 2 filhos em 2025, ano em que eclodiu o escândalo das fraudes no INSS e uma CPMI no Congresso para investigar os fatos.

Como mostrou o Poder360, Lulinha vive num dos bairros mais exclusivos e luxuosos de Madri, onde o aluguel e as taxas do imóvel ficam em torno de 5.800 euros (cerca de R$ 35.000) por mês.

Lulinha é alvo de 3 inquéritos da Polícia Federal no Brasil. É investigado por tráfico de influência e corrupção, mas não é réu em nenhum deles. O Poder revelou em dezembro de 2025 que uma testemunha afirmou que Lulinha recebia mesada de R$ 300.000 de Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS –pivô do escândalo de desvio de aposentados.

O filho mais velho de Lula também atuou ao lado da lobista Roberta Luchsinger, herdeira de um acionista do banco Credit Suisse, na tentativa de fechar contratos milionários com o governo.

As atividades conjuntas de Roberta Luchsinger e Lulinha se deram enquanto Lula já ocupava pela 3ª vez a Presidência da República.

Como filho do presidente, Lulinha tinha uma porta de entrada no governo que nenhum outro empresário ou lobista poderia ter: acesso direto a integrantes da equipe presidencial. Essa circunstância especial resulta numa vantagem competitiva em negociações com o governo. Se essa influência foi usada para obter vantagem ou benefício em negócios privados, a conduta pode, em tese, ser enquadrada no crime de tráfico de influência. Nada ainda está provado. A resposta será dada quando os 3 inquéritos que citam Lulinha forem encerrados.

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