O Flamengo definiu os 10 finalistas do Manto da Nação, concurso que convida torcedores a criarem uma camisa especial do clube. A votação popular para escolher o projeto vencedor está aberta e segue até 30 de agosto, no site mantodanacao.flamengo.com.br.
A iniciativa recebeu mais de 8.000 desenhos. Os 10 projetos foram selecionados por uma equipe de curadores, que avaliou critérios como criatividade e identidade rubro-negra. O desenho escolhido pela torcida será transformado em uma camisa oficial do clube.
Os finalistas
As propostas reúnem torcedores de 7 Estados. Seis dos 10 projetos são de fora do Rio de Janeiro:
- Adam Costa, do Maranhão;
- Alison Douglas, do Piauí;
- Daniel Barbosa, do Ceará;
- Bruno Gondim, do Rio Grande do Norte;
- Marcos Junior, do Espírito Santo; e
- Stephany Dalzisa, de Minas Gerais.
Outros 4 finalistas são do Rio de Janeiro: Antonio Rodrigues, Luiz Gomes, Marcelo Gluz e Vitor Ferrara.

Divulgação/Flamengo
A proposta “Noite Eterna de Lima”, de Alison Douglas, parte da atmosfera da final da Copa Libertadores de 2019, na capital peruana, com grafismos que remetem à competição continental e aos 2 gols de Gabigol

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Marcelo Gluz, no “Urubu de Lima”, também referencia as duas conquistas da Libertadores na cidade peruana, em 2019 e 2025, e incorpora elementos dos geoglifos da civilização Nazca

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Antonio Rodrigues, com “É Urubu”, parte da história do animal como símbolo rubro-negro e propõe transformar a antiga provocação em elemento de orgulho

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Bruno Gondim, no “Urubu Rei”, usa o off-white, ao lado do preto e vermelho

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Daniel Barbosa, em “Respeita o Rei”, constrói uma composição geométrica que forma, de modo abstrato, a silhueta de um urubu em voo

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Vitor Ferrara, no projeto “Pluma”, usa as penas da ave como elemento central e propõe transformá-la em uma segunda pele do torcedor, com destaque para o preto e o dourado

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Luiz Gomes, em “Uma Força da Natureza”, homenageia a história do Flamengo no remo e referencia as águas da Baía de Guanabara, com degradê entre preto e vermelho e grafismos inspirados no movimento das águas

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Stephany Dalzisa, em “Traços de uma Nação”, usa as curvas de nível do Rio de Janeiro como inspiração para os traços da camisa e aponta a expansão da torcida pelo mundo

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Marcos Junior, no “Manto Real”, mistura referências à realeza, às penas do Urubu e à história do clube desde 1895

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Adam Costa, no “Prestígio Urbano”, combina referências às ruas, ao mar e ao Rio de Janeiro, com o dourado representando a glória do clube e o Urubu como símbolo de força