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Flávio sai em defesa de Valdemar e critica PF por caso Lulinha

Radar Olhar Aguçado(há cerca de 3 horas)
Flávio sai em defesa de Valdemar e critica PF por caso Lulinha

O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) divulgou nesta 6ª feira (10.jul.2026) uma nota em seu perfil no X em defesa do presidente do PL, Valdemar Costa Neto.

A manifestação foi publicada depois de o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, determinar a suspensão do pagamento de emendas parlamentares sob suspeita de terem sido indicadas irregularmente por Valdemar.

Flávio afirmou que a Polícia Federal atua de forma seletiva para pressionar adversários do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Comparou a mobilização da PF no caso de Valdemar ao adiamento do depoimento de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente, em investigação sobre suspeitas de desvios no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

Na nota, Flávio disse confiar que Valdemar esclarecerá os questionamentos levantados pela decisão judicial. Também afirmou ser natural que o presidente do PL atue politicamente junto a deputados federais por comandar o que chamou de “maior partido do Brasil”.

CASO 

O ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino determinou a suspensão de emendas parlamentares suspeitas de terem sido indicadas irregularmente pelo presidente do PL, Valdemar Costa Neto. Na decisão, o ministro manda bloquear R$ 119 milhões das contas do ex-deputado federal. Leia a íntegra (PDF – 457 kB).

Segundo Dino, há “indícios convergentes” de que os investigados participaram de um esquema para direcionar irregularmente recursos de emendas parlamentares, com desvio de aproximadamente R$ 119 milhões. O ministro afirma que as investigações apontam a atuação coordenada de servidores da Câmara dos Deputados e de Valdemar Costa Neto no direcionamento das verbas.

Em nota, a defesa de Costa Neto criticou a medida cautelar que torna indisponíveis valores do presidente do PL. Os advogados negaram qualquer irregularidade e avaliam que a decisão foi “prematura” em período eleitoral.  Leia a íntegra (PDF – 48 kB).