O deputado estadual Waldemar Borges (PSB) morreu na tarde deste sábado (4.jul.2026) em decorrência de um câncer. Ele tinha 67 anos e era marido da ministra Luciana Santos (Ciência, Tecnologia e Inovação).
A morte foi confirmada por nota oficial assinada pela mulher e pelos filhos Walzinho, Mariana e Luana, que citaram seu legado e compromisso social. Borges acumulou quase 4 décadas na vida pública.
“Seus quase 40 anos de trajetória pública, dos quais 32 exercendo mandatos conferidos pelo povo, foram desempenhados com reconhecida decência, consolidando-o como um dos melhores representantes da boa política — aquela elevada, transformadora e voltada para a coletividade. A política como ela deve ser”, escreveram os familiares.
Ainda não há informações sobre o velório do deputado.

TRAJETÓRIA
Borges tem uma longa trajetória na administração pública de Pernambuco, com cargos ocupados nas gestões de Miguel Arraes (1916-2005) e Eduardo Campos (1965-2014), além da Prefeitura do Recife.
Em 1986, foi diretor e secretário-adjunto de Trabalho e Ação Social no governo Arraes, voltando a compor o secretariado em 1995, na pasta de Projetos Especiais.
Na capital pernambucana, assumiu a Secretaria de Desenvolvimento Econômico em 2001 e a presidência da Emprel (Empresa de Processamento de Dados do Recife) em 2005.
Antes de chegar à Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), foi vereador do Recife por 4 mandatos consecutivos e presidiu a Câmara Municipal de 2003 a 2004.
Posteriormente, de 2007 a 2010, Borges comandou a Secretaria de Articulação Social no governo de Eduardo Campos, onde também coordenou a Câmara de Prevenção Social do Pacto Pela Vida e o Cedes (Conselho Estadual de Desenvolvimento Social).

