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Veja mudança da América do Sul da esquerda para a direita desde 2015

Radar Olhar Aguçado(há cerca de 2 horas)
Veja mudança da América do Sul da esquerda para a direita desde 2015

A vitória de Abelardo de la Espriella (Defensores de la Patria, direita) na Colômbia ampliou o espaço político da direita na América do Sul.

A partir de 7 de agosto, quando o novo presidente toma posse, serão 6 países governados pos políticos de direita: Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador e Paraguai.

Esse número pode subir para 7 com o Peru. Apesar de o 2º turno ter sido realizado em 7 de junho, o resultado da eleição peruana ainda não está definido.

Keiko Fujimori (Fuerza Popular, direita) mantém uma vantagem estreita de só 40.818 votos sobre o nome da esquerda, Roberto Sánchez (Juntor por el Perú), com 99,691% das urnas apuradas.

Por essa razão, o mapa abaixo mostra o Peru em situação ainda indefinida.

A guinada para a direita consolidou-se depois de vitórias de Javier Milei (La Libertad Avanza) na Argentina, Daniel Noboa (Acción Democrática Nacional) no Equador, Rodrigo Paz (Partido Democrata Cristão) na Bolívia e José Antonio Kast no Chile. Esse avanço reduziu o grupo de governantes aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Até setembro de 2025, só Argentina, Paraguai e Equador tinham governos de direita. A relação começou a mudar com os pleitos realizados a partir do fim do ano, sendo o Paraguai a única exceção recente à mudança de espectro político, permanecendo sob gestões de direita de 2015 a 2025.

O movimento representa uma inversão do panorama de 11 anos atrás.

No fim de 2015, os partidos de esquerda e centro-esquerda comandavam 8 países sul-americanos. As legendas de direita e centro-direita estavam no poder em outros 4.

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