A influenciadora Ivna Dias, sobrinha do ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias (PT), teve o celular roubado no bairro de Botafogo, na zona sul do Rio de Janeiro. Câmeras de segurança registraram o crime, e as imagens foram divulgadas pela própria vítima nas redes sociais na 3ª feira (9.jul.2026).
No vídeo, um homem se aproxima da jovem na rua enquanto ela tenta se afastar. Em seguida, Ivna entrega o celular ao ladrão e informa a senha do aparelho.
Assista ao vídeo do roubo do celular da sobrinha de Wellington Dias (33s):
“Eu estava saindo para almoçar, e depois ia pegar minhas coisas da corrida. Estava resolvendo minhas coisas de publicidade também. Foi um monte de coisa que aconteceu ao mesmo tempo. O que importa é que eu estou bem e que já estou em casa”, disse a jovem nas redes sociais.
A Polícia Civil do Rio de Janeiro disse ao Poder360 que “a 10ª DP (Botafogo) investiga o caso”. A vítima foi ouvida na unidade, e os agentes “realizam outras diligências para apurar a autoria do crime”. A data do assalto não foi informada.
Natural de Teresina, no Piauí, Ivna Dias estava no Rio de Janeiro para participar da Maratona do Rio, realizada no último sábado (6.jun.2026).
O caso se dá enquanto novas medidas são anunciadas pelo governo federal para combater o mercado de celulares roubados. Na 4ª feira (10.jun), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) informou que o programa Celular Seguro passará a enviar notificações a usuários de aparelhos com registro de roubo ou furto.
Segundo o petista, o objetivo é alertar compradores que possam ter adquirido os dispositivos sem saber a origem ilícita. Lula afirmou ainda que o governo possui um cadastro de cerca de 2,5 milhões de telefones roubados e estuda mecanismos para facilitar a devolução dos aparelhos aos proprietários.
O tema dos roubos de celulares também já gerou repercussão política envolvendo o presidente Lula (PT). Em 2019, quando ainda não ocupava a Presidência, Lula afirmou que não poderia aceitar que jovens fossem mortos pela polícia “às vezes porque roubou um celular“, em uma fala sobre violência policial que voltou a circular nas redes sociais neste ano depois de um caso de latrocínio em São Paulo.


