O senador e pré-candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, afirmou nesta 5ª feira (4.jun.2026), durante a Marcha para Jesus 2026, em São Paulo, que o Brasil vive uma “grande guerra espiritual”. “Nada melhor do que estar aqui para recarregar as baterias e orar pelas famílias brasileiras”, declarou. O governador paulista, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o prefeito Ricardo Nunes (MDB) e o Advogado-Geral da União, Jorge Messias, também participam do evento.
O político disse também que gostaria que seu pai, Jair Bolsonaro (PL), estivesse presente no evento. “Vamos lutar por ele”, declarou, em entrevista à “Rede Gospel de Televisão”.
MESSIAS
Questionado sobre a polarização política no evento, o AGU, Jorge Messias, afirmou que quem está no evento é por um único propósito: “louvar e adorar” Jesus Cristo.
“A mesa de Jesus é para Pedro, para Tiago, para Judas. Jesus não fez segmentação na sua mesa. Nós estamos aqui com um único propósito: louvar e adorar o nome do nosso senhor Jesus Cristo. Sem segregação, com amor, com coração leve”, afirmou Jorge Messias.
“Hoje é um dia profético. Vim aqui renovar a minha fé, a minha esperança, os meus sonhos, com Deus”, disse o AGU.
HISTÓRICO DA MARCHA
A Marcha para Jesus no Brasil teve sua 1ª edição em 1993, inspirada em um evento homônimo realizado desde os anos 1980 no Reino Unido.
Em 2009, Lula, em seu 2º mandato, sancionou a lei que colocou a celebração no calendário oficial do Brasil. O petista nunca participou da marcha.
Em 2019, Jair Bolsonaro foi o 1º presidente a estar presente no evento evangélico, interrompido nos 2 anos seguintes por causa da pandemia de covid-19. Em 2022, ano de sua tentativa frustrada de reeleição, ele voltou à marcha, quando repetiu bordões contra “ideologia de gênero”, aborto e liberação das drogas.
