A PGFN (Procuradoria Geral da Fazenda Nacional) cobra na Justiça Federal em São Paulo uma dívida atribuída ao pré-candidato à Presidência da República Renan Santos (Partido Missão). O processo envolve débitos tributários da empresa Martin Artefatos de Metais, da qual ele foi sócio, que somam R$ 41.100.
A ação tramita na 9ª Vara de Execuções Fiscais da Justiça Federal em São Paulo. O nome de Renan Santos foi incluído na Dívida Ativa da União em um caso que apura suposta “dissolução irregular” da empresa, situação em que uma companhia encerra as atividades sem comunicar oficialmente os órgãos competentes e sem quitar pendências tributárias.
Segundo dados da Receita Federal citados no processo, a Martin Artefatos de Metais possui 3 débitos tributários. A PGFN atribui a cobrança ao pré-candidato, que nega responsabilidade pela dívida.

Em nota enviada ao Poder360, a assessoria de Renan afirmou que ele “não é responsável pelo débito da empresa Martin Artefatos de Metais” e que a inclusão de seu nome na dívida ativa seria “indevida e equivocada”. A defesa também disse que “o entendimento da Fazenda Nacional de que Renan teria sido responsável pela dissolução irregular da empresa para justificar sua inclusão na ação mencionada em julho de 2025 é equivocado e indevido”.
A defesa do pré-candidato afirma que Renan Santos entrou na sociedade apenas em 2010 e deixou a empresa em outubro de 2020. Segundo ele, os débitos cobrados são de 2002 e 2003, antes de sua entrada no quadro societário.

