O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), comparou, nesta 4ª feira (29.abr.2026), ministros do Supremo Tribunal Federal a uma “árvore podre, toda cheia de cupim”. Durante um encontro com empresários na região da avenida Faria Lima, em São Paulo, ele classificou o cenário institucional brasileiro como “insustentável”.
O governador utilizou a metáfora para ilustrar sua visão sobre o desgaste das instituições brasileiras. “Eu encaro eles como aquela árvore que está ali na rua, podre, toda cheia de cupim, sem folha. É só ter o vento certo que vai cair”, afirmou.
Zema disse estar “muito confiante” de que o quadro atual será alterado. O ex-governador indicou que o processo de transformação já está em andamento, embora reconheça que a mudança pode não ser imediata.
“Pode ser que demore, mas o processo está amadurecendo”, disse.
Zema afirmou ainda que, na avaliação dele, a convergência de forças políticas deve acontecer apenas no 2º turno. Segundo o ex-governador, esse cenário indicaria que a direita dispõe de mais nomes competitivos, enquanto a esquerda, de acordo com sua análise, teria apenas uma liderança viável, que estaria na fase final de sua trajetória política.
O ex-governador voltou a afirmar que o STF deixou de atuar como um agente apaziguador da sociedade, e passou a exercer um papel que classificou como “incendiário”. Segundo ele, essa mudança estaria relacionada ao que vê como um envolvimento político da Corte em diferentes temas.
