O presidenciável do PL, Flávio Bolsonaro, acionou a Justiça Eleitoral para apurar a notícia falsa de que, caso eleito, irá retirar o título de padroeira do Brasil de Nossa Senhora Aparecida.
Segundo o senador Rogério Marinho (PL-RN), principal coordenador da campanha de Flávio, o candidato “já entrou” no TSE com um pedido de providências contra a fake news, que mexe diretamente com o eleitorado católico.




Flávio Bolsonaro
Charles Vieira/Campanha Flávio BolsonaroO candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro
ReproduçãoFlávio Bolsonaro participa de ato no Ceará e fala em "libertar o Supremo"
Reprodução/Redes SociaisNos últimos dias, circulou nas redes sociais a informação de que Flávio, se eleito presidente, assinaria um decreto para retirar o título de Nossa Senhora Aparecida, celebrado oficialmente no dia 12 de outubro.
O que o presidenciável disse é que, como primeiro ato, Flávio faria um decreto afirmando que o “Brasil é do Senhor Jesus”, em uma sinalização aos evangélicos, fatia do eleitorado que, segundo as pesquisas, está com o candidato.
Em 2007, o deputado Professor Victório Galli (à época, no PSL-MT) chegou a apresentar um projeto para alterar a lei que estabeleceu Nossa Senhora Aparecida como “padroeira do Brasil”, substituindo o título por “padroeira dos católicos do Brasil”.
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Nas redes sociais, o senador desmentiu a possibilidade de mexer no título de Nossa Senhora Aparecida e disse que é evangélico, mas respeita todas as denominações religiosas.
“Estamos aqui na correria de agenda em Minas Gerais e sou surpreendido com uma mentira, uma fake news daquelas, para variar, que a milícia do PT está inventando na internet: que eu iria tirar a padroeira do Brasil. Isso é uma grande mentira. Não tem pé nem cabeça. Não existe esse projeto. Então vamos lá, até o final, o PT só sabe fazer isso: mentir”, afirmou Flávio.

