O presidente da China, Xi Jinping, pediu que os Estados Unidos mantenham a “posição correta” e não apoiem a independência de Taiwan. O pedido foi feito nesta quinta-feira (24/9), durante encontro com Donald Trump, em Wasghinton.
Segundo a mídia estatal chinesa, Xi ainda alertou que os EUA devem lidar “com a questão de Taiwan com prudência, a fim de estabelecer uma base sólida para a cooperação” entre os dois países.
Antes do encontro, o governo chinês pediu “cautela extrema” sobre o assunto, um dos pontos de tensão mais fortes na relação entre Pequim e Washington. A manifestação se soma a outras expressadas anteriormente por Pequim, que classifica a questão de Taiwan como uma “linha vermelha” que não deve ser cruzada pelos norte-americanos.
Nos últimos anos, os EUA vinham sendo um dos principais países apoiadores da independência da ilha, governada de forma autônoma desde 1949, e reivindicada pela China como parte do território chinês. O suporte incluía vendas bilionárias de armas norte-americanas para Taiwan.
Em maio deste ano, no entanto, Wasghinton recuou da posição que vinha adotando. Na época, Donald Trump disse ser contra a independência da ilha para evitar uma possível guerra na região após se reunir com Xi Jinping em Pequim.
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O presidente chinês chegou aos EUA nessa quarta-feira (23/9) e foi recebido por Trump com honras de chefe de Estado na Base Aérea de Andrews, localizada em Maryland. A previsão é de que ele mantenha agendas no país até esta sexta-feira (25/9).
Temas como comércio, inteligência artificial, tarifas e a relação bilateral entre Washington e Pequim são alguns dos assuntos que devem ser abordados durante a visita de Xi aos EUA.

