O candidato ao governo de São Paulo Fernando Haddad (PT) afirmou, em sabatina ao Metrópoles, nesta quinta-feira (24/9), que uma eventual vitória do governador e candidato à reeleição Tarcísio de Freitas (Republicanos) no primeiro turno não deve ter um impacto imediato nas eleições presidenciais. Haddad foi questionado sobre um eventual cenário de palanque eleitoral para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
“Pode acabar no primeiro turno? Claro, só tem dois candidatos. Teria que estar muito colado para 1% fazer diferença, mas eu, resgatando aqui a eleição de 2010, resgatando a eleição de 2014 e em 2006, também acabaram no primeiro turno e não impediu a reeleição do Lula. Então não tem isso, não tem esse automatismo”, afirmou Haddad.
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Candidato ao governo paulista pela segunda vez, Haddad tenta reverter o cenário favorável ao atual governador. Segundo a Pesquisa Quaest divulgada na última quarta-feira (23/9), Tarcísio tem 44% das intenções de voto no primeiro turno para o governo de São Paulo enquanto Haddad (PT) manteve os mesmos 27% da pesquisa anterior.







Fernando Haddad, candidato ao governo de São Paulo
Malu Lopes/MetrópolesHaddad é ex-ministro da Fazenda
Malu Lopes/MetrópolesMetrópoles Entrevista
Malu Lopes/MetrópolesFernando Haddad (PT)
Malu Lopes/MetrópolesFernando Haddad no Metrópoles
Maíra Moreno/MetrópolesFernando Haddad, em campanha eleitoral
YouTube/Reprodução“Eu sei que às vezes existe uma ansiedade da extrema direita querer vender essa tese. A eleição aqui em São Paulo só tem dois candidatos, o segundo turno ele existe quando existe mais de dois candidatos. Por exemplo, no plano federal pode ser que tenha segundo turno, por quê? Porque existe o Cury, o Renan, o Caiado e o Zema”, disse.
“Quando só tem dois, como é que você vai levar para o segundo turno? Então é uma pergunta que precisa estar enquadrada na legislação, a legislação só oferece condição de ir para o segundo turno quando você tem três candidatos pontuando.”
Haddad participou, nesta quinta-feira (24/9), às 11h30, de uma sabatina promovida pelo Metrópoles. Ele foi questionado sobre propostas para o estado, cenário eleitoral e temas que marcam a disputa pelo Palácio dos Bandeirantes.

