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Haddad diz que 2026 “não está fácil” e ataca extrema-direita durante evento

Radar Olhar Aguçado(há 27 minutos)
Haddad diz que 2026 “não está fácil” e ataca extrema-direita durante evento

O ex-ministro da Fazenda e candidato ao governo de São Paulo Fernando Haddad (PT) chamou nesta terça-feira (22/9) a extrema-direita de “patologia política” e que não está mais fácil vencer os opositores na campanha presidencial nas eleições de 2026. Haddad participou de uma uma mobilização pela reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na região central de São Paulo ao lado do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e da candidata ao senado Marina Silva (Rede).

“Nós não imaginávamos que nós íamos ter que enfrentar a extrema-direita. A extrema-direita é uma patologia política. Não é uma coisa normal e que vai se consumir porque ela é destrutiva”, disse Haddad. “Nós imaginamos que com a derrota deles [em 2022] que 2026 ia ser mais fácil. Pessoal, não está mais fácil. Nós estamos aqui pra reunir mais uma vez as nossas forças, mais uma vez o amor por esse país, mais uma vez o espírito de luta dessa gente trabalhadora, para mais uma vez derrotar o Bolsonaro em 2026”, disse Haddad

Durante discurso, o candidato ao governo de São Paulo pelo PT afirmou que tudo que se sabe de Flavio Bolsonaro não é bom. “Tem a notícia que ele se envolveu com milícia. Tem a notícia que ele se envolveu com o [Daniel] Vorcaro e do Banco Master. Tem a notícia que ele liberou emenda para miliciano. O que se sabe do Flávio Bolsonaro? E tem um rapaz muito novo pra ter um currículo tão podre”.

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Geraldo Alckmin e Fernando Haddad
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Marina Silva, candidata ao Senado por São Paulo
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Sobre a disputa pelo Palácio dos Bandeirantes, Haddad disse que quer 51% de votos e dar chance ao campo progressista de trazer políticas públicas do governo federal para o estado.

Campanha em SP

Durante a tarde, Haddad cumpriu agenda de campanha em São Bernardo do Campo, no Grande ABC, região metropolitana de São Paulo. Como parte do programa de governo, o ex-ministro da Fazenda defende a transformação do programa Desenvolve SP para oferecer linhas de crédito voltadas à reindustrialização do estado.

“O que desindustrializou São Paulo foi a guerra fiscal. Nós temos que ter a compreensão de que o maior legado do governo federal para São Paulo foi a reforma tributária que nós aprovamos”, afirmou Haddad após uma agenda no Sindicato dos Metalúrgicos.

Além da criação do banco, Haddad prometeu que, caso seja eleito, o governo de São Paulo também vai oferecer apoio técnico com as universidades públicas paulistas, como a Universidade de São Paulo (USP), a Universidade Estadual Paulista (UNESP) e Unicamp -, a FAPESP, na produção de ciência e tecnologia voltadas para a reindustrialização.

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